Algoritmo do Google: Como Funciona o Maior Buscador do Mundo?

Por Letícia Matsumoto

SEO

Algoritmo do Google: Como Funciona o Maior Buscador do Mundo?

Leia este artigo completo para entender tudo o que você precisa saber sobre o algoritmo do Google.

Letícia Matsumoto

Ei, psiu! Este artigo estará em constante atualização, salve o link nos seus favoritos e não perca nenhuma novidade.

Nem todo mundo sabe, mas o Google faz mudanças em seus algoritmos todos os dias! Por ano, a própria empresa já declarou fazer mais de 300 alterações e, todas com o objetivo principal de melhorar a experiência do usuário.

Inclusive, a experiência é algo tão importante que existem diversos recursos da ferramenta que diminuem a autoridade de determinados sites, caso seja identificado que eles utilizam práticas de manipulação para conseguir boas colocações nos rankings de pesquisa.

Por isso, você precisa saber como funciona o maior buscador do mundo: conhecer quais foram as principais atualizações e também, quais as mais recentes, é uma excelente maneira de se preparar e otimizar seu site para alcançar posições de destaque nas pesquisas. Desse modo, você não pode deixar de conferir esse artigo!

Aprenda neste artigo:

  • como o algoritmo do Google funciona;
  • quais as principais atualizações do algoritmo do Google;
  • como identificar os impactos causados pelas atualizações do algoritmo;
  • o que fazer caso a queda do seu site seja justificada por mudanças no algoritmo do Google?;
  • como manter relevância no Google mesmo com mudanças do algoritmo.

Como o algoritmo do Google funciona

A quantidade de informações disponíveis na internet são quase imensuráveis. Então, para que os usuários possam encontrar facilmente e rapidamente as respostas para o que eles buscam, o Google criou sistemas de classificação, compostos por diversos algoritmos.

Mas, não para por aí! O buscador também aplica um peso diferente a cada fator, levando em conta a natureza da consulta. Uma pesquisa relacionada a uma notícia, por exemplo, terá resultados que tiveram um foco maior na última atualização do conteúdo.

O Google é o maior buscador do mundo, então, seu padrão de qualidade é muito criterioso. Pelo mundo todo estão espalhados avaliadores externos de qualidade da pesquisa, treinados pela empresa, que realizam testes em tempo real.

Os cinco principais fatores


Mas, de forma geral, o que eles analisam? Para que você possa compreender, de maneira mais simples, como funciona o grande sistema da ferramenta, listamos cinco dos principais fatores que servem para determinar quais resultados aparecem para os usuários:

Análise de palavras

Ao tratar de um assunto delicado, você muito provavelmente já deve ter ouvido alguém falar “escolha muito bem suas palavras”. Afinal, uma palavrinha diferente poderia dar um sentido completamente diferente do que você tinha a intenção de dizer, não é mesmo?

Bem, o Google passou mais de cinco anos desenvolvendo uma tecnologia que fosse capaz de entender essas sutilezas em nosso vocabulário, até mesmo reconhecer significados, mesmo com erros de digitação. Dessa maneira, quando um usuário pesquisa coisas mais específicas, ele poderá receber exatamente aquilo que deseja.

Correspondências de pesquisa

Neste fator, as palavras-chave utilizadas nos conteúdos são muito importantes para o ranqueamento. Além, é claro, do quão relevante são as informações presentes nas páginas.

Segundo o próprio Google: “Quando você pesquisa “cachorros”, provavelmente não está procurando uma página com a palavra “cachorros” escrita centenas de vezes. Tentamos descobrir se a página contém uma resposta à sua consulta e não apenas repete os termos pesquisados.”

Classificação de páginas úteis

Aqui, a preocupação do Google é mostrar páginas com boa reputação. Ou seja, que possuem outros conteúdos de qualidade para o usuário ou já estão com alguma página em boa colocação em seu ranque, por exemplo.

São vários pontos levados em consideração, que agregam na experiência do usuário, como:

Exibição de melhores resultados

Para garantir que todos tenham acesso às informações de maneira positiva, o buscador avalia se o conteúdo é completo e se a página possui responsividade para dispositivos móveis.

Além de verificar se o mesmo padrão de qualidade contempla diferentes navegadores e velocidade de conexões de internet.

Interpretação de contexto

O fator de interpretação de contexto possui grande relação com a personalização da experiência do usuário. Para aqueles que permitirem que a ferramenta tenha acesso a sua localização e utilização de apps, por exemplo, o Google terá mais facilidade para indicar resultados que façam mais sentido para seus perfis.

As principais atualizações do algoritmo do Google

O algoritmo do Google muda constantemente, desde a primeira atualização – em 2003 – os updates têm sido cada vez mais frequentes, buscando sempre melhorar a experiência do usuário.

Essas mudanças podem causar impactos nas métricas do seu site e, se você não acompanhá-las, pode não entender o motivo desses impactos e procurar correções sem entender o problema.

Confira nosso infográfico com as principais atualizações, desde 2003 até 2021:
As principais atualizações do algoritmo do Google

1. Florida (2003)

A Florida foi a primeira atualização que causou um grande impacto nos resultados de busca, responsável por remover cerca de 50% dos sites listados no buscador até aquela data. A partir desta atualização, o Google tornou o SEO um fator de ranqueamento para combater sites de baixa qualidade, isso eliminou todos os sites que realizavam práticas não recomendadas.

Panda (2011)

Anos depois, com a atualização Panda, o Google passou a penalizar sites com conteúdos de baixa qualidade, afetando boa parte dos resultados de busca. Os mais afetados foram os sites que apresentavam muitos anúncios em suas páginas, poluindo visualmente e atrapalhando a navegação do usuário.

O ponto principal desta atualização foi o direcionamento para os próximos updates, sendo que, a partir de 2011, todos os core updates focaram na qualidade do conteúdo.

Penguin (2012)

O Webspam Update, ou Penguin, foi lançado para conter sites que estavam realizando otimizações de conteúdo em excesso. O impacto desta atualização foi menor, se comparado aos anos anteriores, afetando 3,1% dos resultados de busca.

Atualmente, o Panda faz parte do algoritmo central do Google, atuando em tempo real, e penaliza sites que utilizam práticas não recomendadas de SEO, como keyword stuffing – uma técnica que consiste no excesso de palavras-chave.

Hummingbird (2013)

Em 2013, o Google realizou uma revisão completa de seu algoritmo, conhecida como Hummingbird. Com o objetivo de tornar os resultados de busca mais conectados com a intenção do usuário, o algoritmo foi além das palavras-chave.

A partir desta atualização, os resultados de busca eram exibidos considerando a semântica da pesquisa, incluindo sinônimos, contexto, localização do usuário e pesquisas anteriores.

HTTPS/SSL Update (2014)

Depois de muitos avisos aos desenvolvedores e profissionais de SEO sobre a importância de investir na segurança de seus sites, o Google anunciou o HTTPS, oficialmente, um fator de ranqueamento.

Dessa forma, o Google ampliava seus esforços em tornar a internet mais segura, pois sites com certificado SSL, que migraram para HTTPS, usam informações criptografadas, que impedem a identificação dos dados de seus usuários.

Mobile Friendly Update – Mobilegeddon (2015)

Esta foi a primeira grande atualização direcionada para dispositivos móveis, que passou a priorizar sites com layouts amigáveis nestes dispositivos sem possuir uma “métrica”. Ou o site era responsivo e, dessa forma, priorizado, ou não era.

O termo Mobilegeddon faz referência ao filme Armageddon devido ao impacto esperado pelos especialistas, que acabou não sendo tão grande quanto o esperado.

Rankbrain (2015)

No mesmo ano do Mobilegeddon, o Google incorporou um sistema de inteligência artificial ao seu algoritmo, chamado de Rankbrain. Otimizar os sites para este novo fator de ranqueamento, que se tornou um dos três principais do Google, não foi uma tarefa fácil.

O objetivo da atualização era que a IA ajudasse na interpretação das palavras-chave, melhorando os resultados de busca, sendo assim, a otimização dos sites deveria ser feita explorando as palavras-chave complementares – semanticamente – aos termos buscados.

Fred (2017)

Apesar de muitos sites seguirem boas práticas de SEO a essa altura, a qualidade do conteúdo nem sempre era agradável ao usuário. Por isso, em 2017, a atualização Fred foi lançada para identificar sites com conteúdos de baixa qualidade e poluídos com anúncios em excesso.

Medical Update (2018)

Esta atualização teve grande impacto, principalmente, em páginas da categoria YMYL (Your Money, Your Life), em tradução livre, Seu dinheiro, Sua vida. Ou seja, páginas relacionadas a assuntos financeiros e/ou de saúde, que têm impacto direto na vida das pessoas.

O foco desta atualização eram os autores dos conteúdos destas páginas, que muitas vezes eram escritos por pessoas que não tinham o conhecimento apropriado sobre o assunto. Por exemplo: páginas de blogs sobre saúde que não eram escritos por médicos, ou páginas sobre investimentos que não contavam com autores experientes neste mercado.

A partir desta mudança, os conteúdos com melhor posicionamento no ranking eram aqueles cujas páginas continham o perfil do autor, trazendo à tona a questão da autoridade como um fator de ranqueamento – ao menos, até então, para aquela categoria.

EAT (2019)

A sigla para Expertise, Authoritativeness and Trustworthiness (Expertise, Autoridade e Credibilidade, em tradução), indicava uma mudança complementar ao Medical Update, que teria impacto em todos os resultados de busca a partir de então.

Criadores de conteúdo já consideravam esses critérios em suas produções, no entanto, a atualização deixou claro que autoridade e relevância do site/autor é um fator que influencia nos resultados.
Dentre os três, a Confiabilidade foi a peça chave para e-commerces, por envolver transações bancárias e informações de cartão de crédito. Além disso, a ortografia e a gramática são considerados em todos os sites, pois erros neste sentido acabam gerando conteúdo considerado “de baixa qualidade” e impactam diretamente no ranqueamento.

Confiabilidade (2019)

A atualização de Confiabilidade, que ocorreu em 3 de junho de 2019, foi a primeira a ser anunciada com antecedência pelo Google. Esse era um pedido constante dos profissionais de Marketing, que geralmente ficavam cientes de mudanças no algoritmo por conta de alterações nas métricas do site sem motivo aparente.

Essa atualização gerou impactos negativos, principalmente para sites de notícias, por conta da confiabilidade dos conteúdos. Muitos sites que, até então, não tinham se otimizado aos critérios do EAT, tiveram a confirmação de que qualidade do conteúdo e confiança do usuário não deixariam de ser fatores de relevância.

Diversidade (2019)

Poucos dias após a atualização de confiabilidade, o Google lançou outro update. A partir de 6 de junho de 2019, os resultados de busca passaram a incluir, no máximo, dois resultados diferentes de um mesmo domínio na primeira página.

Ou seja, sites que antes apareciam em várias posições dentre as 10 primeiras tiveram seus links reduzidos, aumentando a diversidade de páginas e evitando que sites de alta autoridade ocupassem todos os resultados.

BERT (2019)

Bidirectional Encoder Representations from Transformers, também conhecido como BERT, foi a última grande atualização de 2019. Inicialmente incorporado para sites em língua inglesa, esta atualização buscava processar as informações buscadas de forma “natural”, para entender o que pesquisamos de forma mais “humana”.

Para isso, foi utilizada uma linguagem de processamento baseada em redes neurais, para que fosse possível interpretar o contexto da frase e não apenas as palavras individualmente, algo útil para entender a intenção do usuário com a pesquisa.

Favicon e posição 0 (2020)

A posição 0, ou Featured Snippets, é um resultado que exibe um box com uma parte do conteúdo que o Google considera mais adequado para aquela pesquisa. Até janeiro de 2020, o site que aparecia neste box também aparecia na primeira posição do Google, algo que acabava favorecendo aquele conteúdo. Com a atualização da posição 0, essa repetição deixou de acontecer.

Uma segunda atualização, relacionada a aparência dos resultados, não foi tão bem aceita pelos usuários e acabou sendo retirada. O objetivo era reproduzir, no desktop, resultados de pesquisas realizadas no mobile.

Google Page Experience Update (2021)

Em Junho do ano passado, o Google anunciou que começaria a utilizar a experiência de página como fator de rankeamento.

O foco desta atualização era destacar páginas que oferecem uma ótima experiência ao usuário, utilizando métricas de avaliação que incluem: velocidade de carregamento, responsividade de carregamento em diversos dispositivos e estabilidade visual do layout da página.

Como identificar os impactos causados pelas atualizações do algoritmo

Sua empresa percebeu uma queda no tráfego orgânico? Veja algumas formas de identificar se a causa pode ser uma atualização do algoritmo ou simplesmente, uma oscilação corriqueira.

Análise o Google Analytics

Clique em relatório de “Aquisição”, depois clique em “Campanhas” e então, em “Palavras-chave orgânicas”. O Google Analytics irá exibir um gráfico onde você pode ver as principais palavras-chave orgânicas que trouxeram tráfego para seu site.

Confira o tutorial:

Na página inicial do seu Google Analytics, clique em “Aquisição”.

Depois, no filtro de “Aquisição”, clique em “Campanhas”.

Quando estiver no filtro de “Campanhas”, clique em “Palavras-chave orgânicas”.

Pronto! Agora basta selecionar um período específico e buscar por oscilações nos seus acessos.

Por meio dessas informações, é possível analisar quedas de acesso e criar relações com o mesmo período anterior, por exemplo, em uma terça e nas terças passadas. Se de fato, ao estudar os dados, você perceber que seu tráfego diminuiu mais de 60%, o ideal é entender se existe alguma justificativa por trás do declínio.

Em alguns casos, a mudança ocorre porque o código é retirado do seu site e isso pode representar uma queda em seus acessos. Por isso a importância de utilizar o Google Search Console, que vai mostrar exatamente quantos cliques você obteve. Caso a redução seja visível nas duas plataformas de análise, é necessário estudar o motivo que pode ser alguma falha em seu site ou alguma mudança do Google.

Se o problema for alguma modificação em seu site, recomendamos que se atente a dica a seguir!

Análise fatores em seu site

Confira se ocorreu mudança nos títulos, nas urls, no conteúdo ou se não houve exclusão de nada anteriormente. Caso você não tenha feito nenhuma alteração em suas estratégias, é importante confirmar também se não ocorreram problemas com seu servidor.

O que fazer caso a queda do seu site seja justificada por mudanças no algoritmo do Google?

É importante que você esteja atualizado em relação às possíveis mudanças, por isso, este artigo estará em constante atualização, para que você possa ficar informado sobre tudo. Mas, fique tranquilo(a), a chance de ocorrer uma mudança muito drástica no algoritmo do Google é pequena nos dias de hoje. Os updates normalmente ocorrem de seis em seis meses, porém, já ocorreram períodos que durante um ano não houveram alterações significativas.

No início do ano de 2018, por exemplo, observamos algumas mudanças que visam barrar quem tentar utilizar estratégias para burlar o sistema do Google.Portanto, lembre-se que o foco deve ser produzir bons conteúdos, focar em uma página responsiva e desenvolver a arquitetura do seu site pensando na experiência do usuário. Entenda quais são as recomendações para que seu site não sofra com as atualizações do algoritmo no próximo tópico!

Caso sua equipe identifique uma grande queda no tráfego orgânico é necessária uma forte auditoria para identificar os pontos de correção, além de um plano de ação para recuperar a autoridade do site no Google, algo que só pode ser feito (com eficiência) por um especialista em SEO.

A Agência Mestre é referência nacional em Search Engine Optimization, temos uma equipe qualificada para te ajudar, caso isso aconteça, tanto com a identificação dos problemas quanto com a remoção de penalização do Google. Basta solicitar um orçamento para o serviço de remoção de penalização do Google.

Como manter relevância no Google mesmo com mudanças do algoritmo

O Google geralmente anuncia com antecedência as atualizações de menor impacto, no entanto, tende a surpreender os usuários com as mais significativas. Então, como se preparar?

Visão do especialista

O especialista Barry Schwartz, editor contribuinte da Search Engine Land, possui uma visão muito interessante sobre o assunto:

“As principais atualizações são sobre o conteúdo e a qualidade do seu site, não há uma alteração técnica a ser feita. Mas, não há nada real nessas atualizações pré-anunciadas – então devemos entrar em pânico e nos esforçar tanto para trabalhar nelas, quando podemos nos concentrar em melhorias gerais de qualidade do site?

Devemos, como SEOs, gastar tantos recursos nessas atualizações pré-anunciadas? Se os resultados tiverem um impacto mínimo nas classificações, não deveríamos gastar mais tempo focados na próxima atualização principal? Isso exigiria mais esforço e recursos na qualidade geral do site, melhor conteúdo e centenas de pequenas coisas que você precisa fazer para melhorar seu site em geral.”

Os buscadores são máquinas especializadas em responder dúvidas e o melhor resultado é aquele que traz a resposta certa ao pesquisador e, para chegar aos resultados ideais, o Google percorre um caminho que começa muito antes de o usuário digitar sua pesquisa no buscador.

Dica de Mestres

A Agência Mestre possui mais de uma década de experiência em SEO, então, decidimos compartilhar um pouco de todo esse conhecimento em um de nossos webinars mensais. Assista o webinar completo com nossos especialistas:

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Táticas para manter relevância no Google

Para manter relevância no Google mesmo com as mudanças no algoritmo e permanecer em uma boa posição nos resultados de pesquisa, são necessárias algumas ações. Isso porque as primeiras posições do Google dão maior visibilidade e credibilidade para o seu site, sendo a primeira opção que muitos usuários vão clicar atrás de respostas. Confira algumas táticas:

Manter seu site com conteúdo de qualidade

O Google, como qualquer outra plataforma de buscas, valoriza bastante um site alimentado com conteúdo de qualidade. Ou seja, que realmente desenvolva o tema tratado e apresenta informações pertinentes, originais e claras ao usuário. Além disso, os algoritmos conseguem identificar as páginas que não possuem conteúdo relevante para responder às dúvidas dos usuários.

Tenha em mente que a prioridade de classificação é para os sites que apostam na autoridade do conteúdo e o apresentem da melhor forma possível para manter relevância no Google.

Apostar em URLs amigáveis

As URLs otimizadas, ou também conhecidas como amigáveis, também são um ponto importante para ganhar relevância no Google. Uma vez que a plataforma também consegue identificar as palavras-chaves no endereço eletrônico, é importante evitar o uso de símbolos e números para tornar a identificação mais fácil.

Como o Google não lê espaços, então aposte no hífen para fazer a separação de palavras também.

Otimização de conteúdos antigos

Por muitas vezes, esquecemos dos conteúdos e páginas que foram publicadas há muito tempo. Porém, o que muitos não sabem é que esses conteúdos antigos também contam bastante para ganhar relevância na plataforma.

Vale a pena dedicar algumas horinhas para fazer a reotimização de conteúdo e inserir palavras-chaves relevantes para o seu segmento.

Uso de palavras-chaves

Com as novas atualizações do Google, o uso de palavras-chaves relevantes se tornou algo ainda mais crucial para se ter relevância. Com o refinamento em sua avaliação de termos-chave, agora a análise semântica e o foco em sanar as dúvidas do usuário são fatores fundamentais.

Para melhorar o seu ranqueamento, aposte em palavras-chaves com boa distribuição ao longo dos conteúdos que serão apresentados em seu site.

Melhore o SEO Title, heading tags e tempo de carregamento do site

Outros três pontos cruciais para manter sua relevância, é apostar em um título otimizado para SEO, sendo aquele que melhor aparece nos mecanismos de busca e tem a função de direcionar o leitor ao conteúdo.

Além disso, precisa ser objetivo, indo direto ao ponto, contendo até 55 caracteres.

Já as heading tags são aplicadas para definir uma estrutura e arquitetura de informações, para apresentar os conteúdos de acordo com a sua prioridade. Teoricamente, existem até seis heading tags, apresentando desde o tema dos conteúdos (que seria o H1) até os subtítulos (que vão do H2 até o H6).

As headings são ótimas para você, no momento de fazer a redação de um conteúdo, elaborar de acordo com a ordem e classificação de cada tópico.

O tempo de carregamento é mais um ponto que merece atenção visto que, a alta velocidade com a qual recebemos informação na internet nos tornou bem impacientes. Aguardar mais que 4 ou 5 segundos pelo carregamento de uma informação é um verdadeiro desafio para qualquer internauta.

Logo, o usuário não consegue aguardar e abandona a navegação.

Realize link building e cuidado com o black hat SEO

O link building é uma ferramenta bastante interessante para quem deseja melhorar a sua relevância no Google, pois, se mais blogs e sites linkarem o conteúdo para o seu site, a plataforma entende que o seu endereço eletrônico é relevante, logo começará a apresentar a sua página nos resultados de pesquisa.

Para isso, é importante investir em relacionamento com outros vendedores e produtores de conteúdo, tendo o conteúdo para não acabar desrespeitando as diretrizes do Google e realizando o black hat SEO – uma prática bem questionável sobre as linkagens e otimização de páginas.

Para entender melhor, confira o vídeo do Fábio Ricotta sobre essa prática e porque não é bacana realizá-la:

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