Foi-se o tempo em que o design se restringia apenas à estética. Você já deve ter ouvido falar no Design Thinking, uma abordagem que chegou para trazer soluções de forma simplificada e pode ser aplicada nas mais diversas áreas.

Já imaginou corporativo e criativo — que parecem ser mundos diferentes — juntos? Podemos dizer que esta união é possível e, melhor ainda, faz com que a sensibilidade esteja presente nos métodos de trabalho.

Onde o Design Thinking e a Experiência do Usuário se encontram?

Quando o assunto são os meios digitais — onde as pessoas se conectam a todo momento — é preciso considerar os aspectos que podem cooperar para que a sua empresa esteja preparada para gerar uma boa conexão com o público-alvo. Este cenário é, então, perfeito para que o Design Thinking e a Experiência de Usuário deem o match!

O UX Design — sigla para User Experience Design, ou seja, Design da Experiência do Usuário — tem como foco criar layouts que priorizem o bem-estar do público-alvo, tornando sites, blogs, entre outros visuais do meio digital, mais amigáveis para proporcionar uma visita agradável para os usuários.

Essa preocupação é essencial para empresas que desejam conquistar e engajar mais pessoas às suas marcas e, por consequência, fazer mais vendas de seus produtos e serviços on-line. Ou seja, funciona mais como um método, pois conta com alguns passos que cooperam com a realização de forma específica dos visuais que vão estar em contato com as pessoas, seja em forma de site, blog, aplicativo, entre outros.

Já o Design Thinking, trata-se de uma abordagem, pois, apesar de contar com etapas, pode ser modificado e adaptado a cada empresa e, mais particularmente ainda, a cada projeto. Afinal, como pode ser utilizado para solucionar questões diferentes e de ramos de atuação distintos, não tem regras a serem seguidas, mas boas práticas flexíveis.

É como se fosse a união entre mindset e plano de ação, ou seja, repertório criativo e visual se combinam para que sejam executados de maneira prática para resolver problemas — estes podem ser desde a criação de sites e aplicativos, até o desenvolvimento de campanhas digitais ou mesmo de novos produtos/serviços da sua marca.

Tudo pode ser feito por meio do Design Thinking, pois é a maneira ideal de abordar um processo para alcançar o objetivo final, sem deixar a criatividade e a empatia de lado. Ou seja, a sensibilidade é o ponto de encontro, o match dessas estratégias digitais.

Etapas do Design Thinking

Vamos ajudar você a entender como esse conceito funciona na prática e, acompanhando as etapas, vai ser mais fácil identificar como a experiência do usuário é valorizada em todo o processo. Veja:

Empatia

Esta é uma das etapas mais importantes, pois é onde você se coloca no lugar do seu público-alvo. Pesquise tudo sobre ele, quais seus interesses e o que é mais importante para ele, em relação ao projeto que você está criando.

Neste momento, traçar um mapa da empatia pode ser de grande ajuda, assim, entenderá não só o perfil, mas informações mais aprofundadas — como as dores e dificuldades que sente, quais as expectativas e muito mais.

Dados como estes ajudam você a entender como se conectar com mais facilidade, encontrando as soluções mais adequadas.

Definição

Com base nas informações adquiridas na fase da empatia, é preciso definir qual o problema principal a ser resolvido, bem como os secundários. Neste momento, considere as dores do seu público-alvo para elencar prioridades e saber quais são as questões a lidar de agora em diante.

Ideação

Agora que você já sabe quais são os problemas a resolver e quais os motivos por trás de cada um deles, chegou a hora de pensar nas soluções. A fase de ideação nada mais é do que o momento de brainstorming, onde a equipe une-se para encontrar o melhor caminho a seguir.

Como ainda não é a etapa prática, as ideias podem surgir a todo vapor. Este é mesmo o momento de liberar a criatividade, sem medo de errar. Pois, em conjunto, escolherão as melhores para partir para a ação, ou seja, para prototipar.

Prototipação

A mão na massa do Design Thinking chega na hora da prototipação, a fase em que as ideias passam a tomar forma e ganhar vida.

Por exemplo: uma landing page — página para captação de leads —, antes de ficar 100% pronta, passa pela etapa de wireframe (uma espécie de “rascunho”) até sua criação no formato MVP — Minimum Viable Product, ou seja, Menor Produto Viável.

Neste formato, a página ganha vida apenas com os atributos essenciais para seu funcionamento, mas ainda não é a versão final, pois pode passar por melhorias.

Testes

É por isso que existe a fase de testes, onde os protótipos são colocados à prova para que você encontre todas as lacunas abertas e saiba exatamente o que melhorar.

Aqui na Mestre, por exemplo, nossas equipes de design e de desenvolvimento acreditam que este momento é crucial, pois, é na prática que sabem o que precisa ser modificado para gerar uma melhor experiência para o usuário.

Segundo o Danilo, um de nossos desenvolvedores, a equipe busca “atender, de fato, a necessidade do usuário, por isso é tão importante fazer testes. Só assim, falhas são identificadas e até mesmo pequenos ruídos que precisam ser ajustados para tornar a navegação e interação completamente intuitiva”.

Mayara, designer da equipe, completou que “fazemos tudo para deixar o mais simples possível para o público, assim, aumentamos as interações e, consequentemente, conversões”.

Benefícios de aplicar esta abordagem

Agora você já sabe que o Design Thinking tem como uma de suas colunas principais a experiência do usuário, portanto, o cliente estará sempre em primeiro lugar — um dos valores da nossa empresa. Lembre-se: um usuário satisfeito está cada vez mais próximo de finalizar conversão.

Além disso, alguns outros benefícios são garantidos:

  • maior agilidade no processo;
  • eficácia nas ações, já que as etapas buscam a melhoria contínua;
  • interação efetiva entre empresa e cliente final;
  • criatividade nos métodos aplicados.

Para quem é o Design Thinking?

A dúvida que fica na mente de muitos é se este tipo de abordagem é indicado apenas para grandes empresas. A boa notícia é que todos podem contar com o Design Thinking e garantir assertividade nos projetos.

Nossa equipe entende que cada detalhe importa e, quando questionados sobre a equação Design Thinking + Experiência do Usuário, as respostas envolviam os seguintes aspectos: processo responsável, qualidade, funcionalidade e solução.

Gostou de entender mais sobre o tema e quer saber conhecer mais sobre como a Agência Mestre pode cooperar com o crescimento da sua empresa no meio digital? Entre em contato e conte com a gente!