Neste vídeo da Mestre TV, Fábio Ricotta, CEO da Agência Mestre, vai falar um pouco mais sobre o AMP. O protocolo do Google que tem como principal foco melhorar a velocidade de carregamento das páginas e proporcionar uma melhor navegabilidade aos usuários. Interessante, não? Para saber mais, dê o play e assista na íntegra!

Para quem não conhece, o AMP, sigla para Accelerated Mobile Pages, traduzindo o termo pode ser entendido como acelerador de páginas móveis. O protocolo do Google tem como principal função criar um padrão, no caso uma versão mais simplificada, para possibilitar uma velocidade de carregamento maior. Esse fato pode ser facilmente explicado, afinal, o próprio Google gosta de entregar conteúdos com rapidez e os usuários também. Sem dúvidas, um site que carregar mais rápido, terá um maior número de acessos do que uma página pesada.

Entenda o protocolo AMP

Para melhorar as taxas de carregamento, o programa AMP  tem o código aberto, então qualquer usuário pode utilizar. Em termos de ranqueamento orgânico é preferível utilizar páginas AMP. Não apenas nas buscas orgânicas, mas, recentemente, o Google passou a privilegiar anúncios que estão de acordo com o protocolo.

De acordo com Fábio Ricotta, a forma de implementação deve ser levada em consideração quando falamos em AMP, principalmente para blog e para portais de conteúdo. Nesse ponto,  é essencial adicionar o código de Google Analytics. Fábio ainda aponta que o esquecimento, pode gerar um problema cadente de queda de tráfego orgânico. Ou seja, é possível perceber que as páginas AMP estão ranqueando, porém faltou anexar o código de Analytics.

Experiência AMP

Por padrão, o plug-in que é instalado cria uma versão simplória da página, com logo, menu e texto corrido. Ou seja, o layout não é bem adaptado, não há caixas de captura de e-mails, não há banners, apenas a linkagem interna. Quando isso acontece, é bem possível que todo o tráfego conquistado, poderá ser desperdiçado. Logo, é essencial prestar atenção no modo como a versão AMP foi implementada em seu site.

Afinal, o não desenvolvimento de um layout preocupado com a experiência do usuário poderá comprometer suas taxas de conversão e geração de leads.

AMP para E-commerce

Um questionamento interessante é pensar se o protocolo AMP para E-commerce vale a pena. Fábio sugere que no primeiro momento, a ideia não é a melhor escolha para uma loja virtual. Antes de mais nada, é importante que ocorra o desenvolvimento de tecnologias que proporcionem uma boa experiência para o usuário, ou seja, no caso do e-commerce, é necessário conseguir reproduzir o seu site na essência para o formato criado pelo protocolo, caso contrário, é preferível não usar a versão AMP.

Ricotta, dá exemplos de páginas que possuem tecnologias de adaptação praticamente integrais para versão AMP. Sites e e-commercers americanos já possuem versões semelhantes ao formato responsivo do site.  Porém, no Brasil, ainda não há um case de sucesso para inspiração.

Em resumo, o CEO da Agência Mestre sugere cuidado com o uso da versão AMP, para que não seja oferecida uma experiência ruim para o usuário e que o faça desistir de interagir com a sua página.

Gostou do vídeo? Aproveitando o tema, Fábio sugere o episódio 149 – E-Commerce no Mundo Mobile – O que Devo Olhar?