Sitemap XML
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Sitemap: XML, HTML, Utilidades e Mitos

Por Fábio Ricotta

Descubra sobre Sitemap e suas vantagens para SEO! Diferença entre mapa XML e HTML e como ajuda na indexação. Clique e saiba mais.

Fábio Ricotta

No marketing digital, poucas coisas geram tanta confusão quanto a diferença entre descoberta, rastreamento e indexação. O sitemap entra justamente nesse ponto. Ele não substitui uma boa arquitetura de informação, não corrige um site mal estruturado sozinho e não funciona como um botão secreto para ranquear melhor. Ainda assim, continua sendo um recurso extremamente útil para organizar sinais técnicos e ajudar buscadores e usuários a entenderem melhor o seu conteúdo.

Neste artigo, você vai entender o que é sitemap, quais formatos realmente fazem sentido, quando o arquivo XML ajuda de forma prática, o que muda entre XML e XML.GZ, como criar e monitorar esse recurso e quais mitos ainda circulam no mercado. Continue a leitura para conferir:

  • o que é sitemap e para que serve;
  • quais são os principais tipos de sitemap;
  • se o sitemap.XML é essencial para a indexação do site;
  • qual é a diferença do sitemap XML para o XML.GZ;
  • como criar um sitemap;
  • qual é a importância dos arquivos sitemap XML;
  • como colocar sitemap no site;
  • como saber se o site tem sitemap;
  • os benefícios do sitemap para SEO;
  • como disponibilizar o sitemap para o Google.

O que é Sitemap?

O sitemap, ou mapa do site, é uma lista organizada de URLs que ajuda mecanismos de busca e, em alguns casos, o próprio usuário a entenderem a estrutura do site. Em termos práticos, ele funciona como um inventário técnico das páginas que você deseja destacar para descoberta e rastreamento. Isso significa que ele pode informar ao Google e a outros buscadores quais URLs são importantes, quando elas foram atualizadas e, dependendo do formato adotado, quais mídias ou versões localizadas existem no projeto.

Para entender melhor o papel desse arquivo, imagine um supermercado grande. A porta de entrada é a home, os corredores principais são as categorias e as prateleiras mais específicas representam páginas internas, filtros, produtos, artigos ou recursos mais profundos. Sem organização, a experiência fica ruim para todo mundo. Com um bom mapa, a navegação fica mais lógica e a descoberta do conteúdo acontece com menos atrito.

Ao contrário do que muitos pensam, o sitemap não existe para “forçar” o Google a indexar qualquer coisa. A verdade é que ele atua como um sinal complementar. Se a arquitetura do site estiver bem resolvida, com links internos consistentes e URLs canônicas claras, o sitemap potencializa esse trabalho. Se a base estiver ruim, ele ajuda, mas não faz milagre (e isso costuma decepcionar quem procura atalhos técnicos).

Sitemap XML

Em outras palavras, o sitemap é um apoio importante para sites que querem melhorar a leitura estrutural do conteúdo, reduzir ruídos no rastreamento e dar sinais mais claros sobre o próprio inventário de URLs.

Utilidades e mitos sobre o sitemap

O assunto é simples na teoria, mas cheio de interpretações tortas na prática. Por isso, vale separar o que o sitemap realmente faz do que o mercado costuma prometer em excesso. Vamos lá?

1. O sitemap XML interfere na indexação?

Sim, ele pode ajudar. De acordo com a documentação oficial do Google sobre sitemaps, esse arquivo facilita a descoberta de URLs e pode melhorar a eficiência do rastreamento, principalmente em sites grandes, novos ou com muito conteúdo de mídia. Isso é diferente de dizer que o XML garante indexação. São coisas relacionadas, mas não idênticas.

Quando você mantém um sitemap atualizado, o buscador recebe um conjunto mais claro das páginas que considera importantes. É justamente aí que entra o valor técnico do recurso: ele reduz ambiguidade, ajuda a cobertura de URLs e acelera a percepção de novas páginas ou atualizações significativas. Em sites com muitas camadas de navegação, isso faz diferença.

Por outro lado, a documentação do próprio Google deixa claro que, se as páginas estiverem bem vinculadas internamente, boa parte do site poderá ser descoberta mesmo sem sitemap. Portanto, o XML não substitui arquitetura, não substitui links internos e não substitui qualidade. Ele soma.

Se você quiser aprofundar essa relação entre descoberta e indexação, vale conferir também este conteúdo sobre como indexar sites em AJAX, porque ele ajuda a entender cenários em que o buscador precisa de sinais extras para encontrar conteúdo relevante.

2. O sitemap interfere nas visitas do site?

Não de forma direta. O sitemap não gera clique, não melhora CTR sozinho e não aumenta tráfego orgânico apenas por existir. Mas existe, sim, um efeito indireto importante. Se uma nova página relevante é descoberta, rastreada e indexada com mais rapidez, ela passa a ter chance real de aparecer na busca e, consequentemente, atrair visitas.

O fato é que esse ganho depende de um conjunto maior: conteúdo bem construído, intenção de busca clara, boa experiência na página e fundamentos técnicos em ordem. Por isso, o sitemap deve ser visto como uma peça de infraestrutura. Ele ajuda o processo, mas não entrega resultado comercial isoladamente.

Por isso, continue tratando o sitemap como apoio técnico e mantenha o restante do ecossistema bem resolvido. Isso também depende de boas práticas de SEO na construção do conteúdo de cada URL do seu site.

3. O ranking do site é afetado pelo sitemap?

Essa é uma das perguntas mais comuns, e também uma das que mais merecem ajuste fino. A verdade é que o sitemap não deve ser tratado como fator direto de ranking. O que ele faz, hoje, é melhorar cobertura de URLs, apoiar descoberta, sinalizar atualização e facilitar o trabalho de rastreamento. Isso pode impactar o desempenho orgânico de forma indireta, porque páginas importantes passam a circular melhor no fluxo técnico do buscador.

Historicamente, esse tema gerou bastante debate. Um exemplo é esta referência antiga do mercado, com entrevista ao SEOMoz sobre o Bing, que você pode ver aqui. Ela ajuda a entender por que muita gente passou a repetir a ideia de “bônus de ranking” ligado ao sitemap. O problema é que esse enquadramento ficou pequeno para a leitura atual.

Hoje, o caminho mais seguro é outro. A documentação recente do Bing e do Google trata sitemaps como sinais estruturais para descoberta e cobertura, não como atalho de posicionamento. Além disso, tanto Google quanto Bing tendem a ignorar campos como priority e changefreq, o que mostra que não adianta transformar o XML em uma carta de intenções otimista. O buscador quer sinais confiáveis, não promessas.

Se você trabalha também com Bing, ainda faz sentido enviar o arquivo por lá e acompanhar sua leitura no Bing Webmaster Center. Só não vale confundir monitoramento técnico com melhoria automática de ranking.

4. O sitemap facilita a descoberta de conteúdo?

Sim, e talvez aqui esteja o benefício mais claro do recurso. Em sites profundos, e-commerces com milhares de URLs, portais de conteúdo ou projetos novos com poucos links externos, o sitemap funciona como um sinal organizado de cobertura. Ele ajuda os mecanismos de busca a entenderem o que existe, o que merece nova leitura e quais áreas do projeto precisam entrar no radar com mais consistência.

Pense em um e-commerce com 80 mil produtos, filtros de navegação, categorias sazonais e páginas institucionais. Mesmo com uma arquitetura bem feita, algumas URLs relevantes sempre ficam mais distantes da home. O sitemap não resolve tudo, mas reduz a chance de essas páginas dependerem exclusivamente da malha de links internos para serem descobertas.

O sitemap facilita a descoberta de conteúdo?

Além disso, o uso de lastmod com consistência pode ajudar buscadores a priorizar recrawls em páginas realmente alteradas. Não é sobre prometer indexação imediata, e sim sobre melhorar a qualidade do sinal técnico enviado pelo seu site.

Quais são os principais tipos de sitemap?

Uma vez que usuário e buscador não consomem a estrutura do site da mesma forma, surgiram formatos diferentes de sitemap. Alguns atendem melhor ao robô, outros podem apoiar a navegação humana. E, em projetos maiores, o ideal é combinar mais de um recurso.

Tipo Para quem ele serve Função principal Quando faz mais sentido
Sitemap XML Mecanismos de busca Listar URLs e sinais técnicos como lastmod Quase todo projeto com foco em SEO
Sitemap HTML Usuários Oferecer uma página navegável com seções do site Sites institucionais, grandes hubs e projetos com navegação extensa
Sitemap index Mecanismos de busca Organizar múltiplos sitemaps em um índice Sites com muitas URLs, categorias ou tipos de conteúdo

Sendo assim, pensando em quem vai acessar cada mapa, os dois padrões mais conhecidos continuam sendo o sitemap.XML, voltado aos mecanismos de busca, e o sitemap.HTML, focado em melhorar a experiência do usuário durante a navegação. Só que, na prática, muitos projetos mais robustos também precisam de um sitemap index para organizar vários arquivos sem perder controle operacional.

Ambos são explicados no Curso de SEO da Agência Mestre, e vale estudar esses cenários com atenção porque a escolha do formato muda conforme o tamanho, a profundidade e a natureza do site.

O sitemap.XML é essencial para a indexação do site?

Não em todos os casos. Esse é um ponto que merece atualização. Segundo a página do Google sobre sitemap, o sitemap é muito útil em vários contextos, mas não é uma exigência universal. Se o site for pequeno, bem interligado e simples de rastrear, o Google pode encontrar boa parte das URLs sem depender dele.

Por outro lado, o XML passa a ganhar protagonismo quando o projeto se encaixa em situações como estas:

  • o site é grande e tem muitas camadas de navegação;
  • o projeto é novo e ainda possui poucos links externos;
  • há muito conteúdo de imagens, vídeos ou notícias;
  • existem páginas que não recebem tantos links internos quanto deveriam;
  • o inventário de URLs muda com frequência.

Ou seja, chamar o sitemap XML de “essencial” para qualquer site pode exagerar a regra. Melhor dizer o seguinte: em muitos projetos, ele é altamente recomendável, e em alguns cenários chega a ser quase obrigatório do ponto de vista operacional. Mas isso não significa que todo site sem sitemap estará condenado a não indexar.

Qual é a diferença do sitemap XML para o XML.GZ?

A diferença está no formato de entrega do arquivo, não na estratégia de SEO por trás dele. O sitemap XML é o arquivo em sua forma padrão. Já o XML.GZ é esse mesmo sitemap compactado com gzip. Na prática, você continua fornecendo a mesma estrutura lógica de URLs, só que em um arquivo menor e mais eficiente para transferência.

Isso significa que o .xml.gz pode ser especialmente interessante em sites grandes, com muitos arquivos, porque reduz consumo de banda e simplifica a distribuição do sitemap. A boa notícia é que o Google trabalha normalmente com esse formato, inclusive mostrando exemplos oficiais com arquivos .xml.gz em índices de sitemap. Então não estamos falando de uma gambiarra, e sim de um formato suportado.

Sitemap: XML, HTML, Utilidades E Mitos

Se você administra um projeto menor, a diferença prática talvez seja pequena. Já em operações maiores, o uso de compactação faz bastante sentido. Só não confunda eficiência operacional com ganho automático de ranking. Não é bem assim.

Como criar um sitemap?

Agora que você já sabe para que o sitemap serve, chegou a hora de entender como colocá-lo em produção sem complicar o que pode ser simples.

1. Estude a estrutura do seu site de forma estratégica e defina as URLs

Antes de tudo, é preciso decidir quais páginas merecem estar no sitemap. Pode parecer tentador listar tudo, mas páginas duplicadas, URLs com parâmetros sem valor SEO, páginas de uso interno, resultados de busca interna ou conteúdos claramente irrelevantes para indexação não precisam entrar nesse inventário.

O ideal é trabalhar com uma visão canônica da estrutura. Isso inclui categorias, páginas institucionais importantes, conteúdos editoriais relevantes, produtos estratégicos e demais URLs que você realmente deseja ver descobertas e avaliadas pelos buscadores.

2. Escolha o formato certo

Se o objetivo é SEO técnico, o formato XML continua sendo o principal. Se você também deseja apoiar usuários em sites com muita profundidade, um sitemap HTML pode complementar a navegação. E quando o volume cresce, o mais prático é dividir o projeto em vários arquivos e consolidar tudo em um sitemap index.

Segundo o Google, cada sitemap pode ter até 50.000 URLs ou 50 MB não compactados. Acima disso, é necessário dividir o arquivo em múltiplos sitemaps. Esse detalhe parece pequeno, mas muda completamente a operação em sites de grande porte.

3. Crie o mapa do seu site

Para sites pequenos, ainda é possível criar o arquivo manualmente, usando a estrutura básica de <urlset>, <url> e <loc>. Só que, na maior parte dos projetos profissionais, a geração automática é mais segura, mais escalável e muito menos sujeita a erro humano.

Se o seu site estiver em WordPress, existe um ponto importante de atualização aqui: desde o WordPress 5.5, o CMS já oferece sitemaps XML nativos, normalmente acessíveis em /wp-sitemap.xml. Isso significa que muitos projetos já têm uma base funcional sem depender exclusivamente de plugin.

Plugins continuam úteis em cenários específicos, especialmente quando você precisa de controle mais avançado, filtros, inclusão de recursos extras ou integração mais ampla com a stack de SEO. Nesse caso, ferramentas como Yoast SEO seguem relevantes, inclusive para conexão com o GSC (Google Search Console).

Leia também: Recurso de Ideias de Conteúdo No Google Search Console

4. Preencha corretamente os sinais do arquivo

Esse ponto costuma ser negligenciado. Se você usar lastmod, garanta que ele reflita uma atualização realmente significativa na página. Não adianta atualizar a data porque o sitemap foi regenerado se o conteúdo principal continua igual. Além disso, Google e Bing tendem a ignorar priority e changefreq, então não vale perder tempo tratando esses campos como se fossem decisivos.

5. Disponibilize e monitore

Depois de gerar o arquivo, publique-o em uma área coerente do site, de preferência na raiz quando isso fizer sentido técnico. Em seguida, envie o sitemap no Search Console e acompanhe o processamento. Também é recomendável expor sua localização no robots.txt, facilitando a descoberta automática por mecanismos de busca.

Qual é a importância dos arquivos sitemap XML?

Como vimos ao longo do texto, o sitemap XML tem um papel importante na organização técnica do projeto. Ele não é uma peça isolada de performance, mas melhora a comunicação entre o site e os buscadores sobre quais URLs existem, quais merecem atenção e quais mudanças aconteceram com o tempo.

Na prática, os arquivos sitemap XML são especialmente valiosos por quatro motivos:

  • ajudam na descoberta de URLs que poderiam demorar mais para entrar no radar dos buscadores;
  • organizam grandes volumes de páginas em estruturas mais fáceis de monitorar;
  • favorecem recrawls mais inteligentes quando o lastmod é confiável;
  • facilitam auditoria técnica em ferramentas como Search Console.

É aqui que o sitemap ganha protagonismo em projetos maiores. Se você trabalha com milhares de páginas, não quer depender apenas do menu, da home e da sorte para que tudo seja encontrado com consistência.

Como saber se o site tem sitemap?

Existem várias formas de verificar se um site possui sitemap. Algumas são simples, outras dependem de acesso às ferramentas do projeto.

1. Verifique diretamente pela URL

Muitos sites deixam o sitemap no diretório raiz, com nomes padronizados. Por isso, vale testar URLs como estas:

2. Use o Google Search Console

Se você tem acesso ao projeto, esse é o caminho mais confiável:

  • acesse o Google Search Console e selecione o site desejado;
  • navegue até a seção “Sitemaps” no menu lateral;
  • verifique se algum sitemap foi submetido e quando foi a última vez que o Google o processou.

Esse detalhe é importante porque o Search Console não serve apenas para envio. Ele também mostra status de leitura, erros de processamento e histórico recente do arquivo.

3. Verifique o arquivo robots.txt

Muitos sites adicionam a localização do sitemap no robots.txt. Para verificar:

  • acesse http://www.seudominio.com/robots.txt no navegador;
  • procure por linhas que começam com Sitemap:;
  • se houver, a URL do sitemap será especificada logo após.

4. Utilize ferramentas de SEO online

Ferramentas de crawler também ajudam a localizar sitemaps e validar sua estrutura. Entre versões pagas e gratuitas, as mais conhecidas continuam sendo:

  • Screaming Frog SEO Spider;
  • SEMrush;
  • Ahrefs.

5. Verifique com o desenvolvedor do site ou a plataforma de CMS

Se o site foi desenvolvido por terceiros, perguntar diretamente ainda é um caminho válido. Já em CMSs como WordPress, Joomla ou Drupal, o sitemap pode ser gerado nativamente ou por plugin. Nesse caso, vale checar a configuração da plataforma para localizar o arquivo com precisão.

Quais são os benefícios do sitemap para SEO?

O sitemap oferece benefícios reais para SEO, mas eles aparecem quando o recurso está alinhado com uma operação técnica consistente. Ele ajuda buscadores a entenderem a estrutura do projeto, melhora a organização de URLs, facilita o monitoramento da cobertura e apoia processos de atualização contínua.

Ferramentas como o Yoast SEO podem colaborar nesse processo, inclusive em tarefas complementares como otimização de páginas, meta description e title tag. Mas o benefício do sitemap vai além do plugin. Ele está na clareza do sinal enviado ao buscador.

Entre os ganhos mais visíveis, podemos destacar:

  • facilitar a descoberta e o rastreamento de páginas importantes;
  • organizar a cobertura de conteúdo em sites grandes;
  • informar atualizações significativas de conteúdo com mais contexto;
  • apoiar auditorias técnicas e correções de leitura no Search Console.

Para quem atualiza blog, catálogo, landing pages ou áreas institucionais com frequência, os benefícios tendem a ser ainda maiores. Afinal, quanto melhor o buscador entende o inventário de URLs e suas mudanças, mais eficiente tende a ser o ciclo de redescoberta do conteúdo.

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Como disponibilizar o sitemap para o Google?

Colocar um sitemap no site e submetê-lo ao Google continua sendo um processo simples, mas hoje vale fazer isso com mais método. Primeiro, publique o arquivo em uma localização acessível. Depois, envie a URL no Search Console. Assim que o arquivo for submetido, o Google tentará buscá-lo e, se tudo estiver correto, continuará relendo esse sitemap periodicamente.

Uma boa prática é manter o endereço do sitemap também no robots.txt. Isso não substitui o envio manual no Search Console, mas amplia a descoberta automática e melhora o monitoramento operacional.

Na rotina, o ideal é seguir esta lógica:

  1. gere o sitemap com URLs canônicas e relevantes;
  2. publique o arquivo na raiz ou em um diretório coerente;
  3. adicione sua localização ao robots.txt quando fizer sentido;
  4. envie o sitemap no Search Console;
  5. acompanhe status, erros e data da última leitura;
  6. corrija URLs inválidas, redirecionamentos desnecessários e páginas que não deveriam estar no arquivo.

Depois de ter seu sitemap pronto, o processo é simples: basta carregar o arquivo em seu servidor, por meio do painel do serviço de hospedagem ou de um servidor FTP, como é o caso do FileZilla. Em seguida, envie o arquivo pelo Search Console e monitore se ele foi processado sem erros.

Leia também: Algumas Tags de Extensão de Sitemap Ficarão Sem Suporte

O sitemap XML continua muito importante para facilitar o entendimento da estrutura do site e apoiar a descoberta das páginas. Sempre que você inserir uma nova URL relevante, remover páginas estratégicas ou alterar de forma significativa o conteúdo principal, vale garantir que o arquivo reflita esse novo cenário.

Vale ressaltar que nem uma arquitetura perfeita nem um XML impecável garantem a indexação completa do site. No entanto, essas são ferramentas complementares muito valiosas para que o robô consiga compreender melhor a estrutura do projeto e priorizar o rastreamento com mais inteligência.

Continue aprimorando seus conhecimentos e otimize suas estratégias! Aproveite para conferir as melhores ferramentas de SEO para otimizar o desempenho do seu site.

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Comentários
  1. Avatar

    Antes de ler este artigo não sabia a verdadeira função e importância do arquivo sitemap.xml.
    Ele foi bem útil, parabéns!

  2. Avatar

    Olá Domício!
    Simplesmente um ótimo artigo!
    Porém, gostaria de saber se o sitemap dividido em:

    sitemap_index.xml
    sitemap_post.xml

    sitemap_category.xml

    poderia ser melhor ao buscador. Pois assim teríamos uma divisão com os sitemaps que são mais atualizados e os menos atualizados e o Google poderia visitar apenas um, quando houver novo conteúdo.

    Eu fiz um teste recente e concluí que no Google Webmasters Tools se submetermos apenas o sitemap.xml principal com link para os demais, os outros são reconhecidos instantaneamente, porém não sei se essa divisão é benéfica ou não.

    Um grande abraço e aguardo resposta!

    • Avatar

      Olá, Victor.

      Obrigado pelos elogios sobre o artigo.

      Em relação a sua dúvida sobre segmentação do Sitemap, posso lhe garantir que quanto melhor segmentado e também quanto melhor for a seleção de páginas presentes no Sitemap, maior será a quantidade de páginas indexadas pelo robô de busca.

      Abraços,
      Domicio Neto

  3. Avatar

    Também recomendado a compactação para .xml.gz

    DICA:
    – Para compactar os .XML’s em .GZ (GZip) recomendo o programa free 7-Zip ( http://7-zip.org )

    []’s

    • Avatar

      Olá Rodolfo

      Eu segui a dica e baixei o 7-Zip.
      Porém ele não está abrindo arquivos .XML (p/serem compactados p/ .GZ)
      Consultei o Help e constatei que esse tipo de extensão não está incluida na lista de arquivos válidos.

      Há algum pulo-do-gato ou estou comendo bola?

  4. Avatar

    Legal Domicio, gostei do post. Ajuda a esclarecer melhor. E com certeza vou fazer o do meu site.

  5. Avatar

    Domicio ótimo post, começo meio e fim sobre os sitemap.(xml/gz) a grande importância da sua utilização.

    Seria bacana a continuação do artigo falando sobre os sitemaps “videos, imagens e notícias”.

    Abraços at+

  6. Avatar

    Excelente artigo Domicio.

    Uma coisa que eu faço bastante é usar a segmentação de sitemap para cada área do site, e ainda dentro de cada segmentação eu costumo deixar apenas as URL que ainda não foram indexadas, pelo menos nos humildes testes que fiz, notei que a indexação acontece de maneira mais rápida, do que quando eu envia todo o sitemap com todas as urls, inclusive com as que já estavam indexadas.

  7. Avatar

    Olá.

    Gostei muito do post pela analogia que foi feita entre o sitemap e o supermercado.Isso é importante para que pessoas com pouco conhecimento técnico saibam com o que estão trabalhando.O ideal é isso,simplificar ao invés de complicar como muitos blog tentam fazer.

    Parabéns!

    • Avatar

      Olá, Fábio.

      Fico muito grato com o seu comentário. A intenção ao escrever o post era exatamente essa de ser o mais claro possível, sem complicar.

      Abraços,
      Domicio Neto

      • Avatar

        Oi. Tenho dois blogs e um site, sem web designer cuidadno por enquanto…o pessoal ai tá pedindo demais, então estou tentando fazer sozinha… e próprio sobre a questão indexação estou sofrendo…Consegui fazer algo inserindo as urls mas não estou segura..Pedem de 2 a 5 semanas, justo? E quanto ao sitemap, não consigo próprio entender como fazer isso funcionar. Pode me dar uma orientção tipo ‘pré-primário’? rsrsrs Obrigada Livia

  8. Avatar

    Ótimo artigo! Entender melhor a função do sitemap.xml e como tirar melhor proveito dele, aprendi muito e tirei minhas dúvidas com suas explicações. Parabéns e obrigado.

  9. Avatar

    Olá Domício
    Muito esclarecedor seu artigo.
    Tenho uma dúvida: O sitemap pode ser instalado em qualquer plataforma (geralmente falam do WordPress)?
    Qual é o procedimento?
    Obrigado

  10. Avatar

    Muito bom o artigo, como sempre.
    Uma dúvida: A maior parte das páginas do meu site já está indexada.
    Se eu mandar um sitemap apenas com uma parte, ou seja, apenas com algumas páginas dinâmicas de uma determinada seção, vou prejudicar o que já está indexado?

  11. Avatar

    Eu posso ter um sitemap no siteAAA.com.br e nesse arquivo sitemap fazer referencias para outros sites, siteBBB.com.br/pagina.html, siteBBB.com.br/pagina2.html?

    Queriop centralizar meu sitemap em apenas um dominio.

  12. Avatar

    Valeu pelo artigo…Mto bom! Me ajudou mto msm, inclusive pude entender sobre coisas que desconhecia.
    Parabéns.

  13. Avatar

    Gostaria de saber uma coisa: sou iniciante, e criei meu blog dias atrás. Eu uso a versão online do WordPress, eu posso usar o sitemap para estruturar o meu site para o googlebot me achar? Ou só quem tem por exemplo o WordPress.org pode?

  14. Avatar

    olha, vou te dizer uma coisa: eu passei 2 dias tentando descobrir o que são sitemaps e nem o google me explicou. Consegui entender com seu artigo! parabéns mesmo! Ninguém foi capaz sequer de dizer q sitemap é a mesma coisa q mapa do site!
    agora vou descobrir como colocar o tal o sitemap no meu site…

  15. Avatar

    Parabéns pelo artigo!
    Excelente!

  16. Avatar

    Olá a todos. A questão do sitemap já entendi, e eu tenho um arquivo no bloco de notas com o sitemap em xml feito automaticamente por um site para esse efeito. Mas agora que faço, crio uma página no meu blogger com o titulo de sitemap e forneço esse link ao Bing e ao Google como sendo o sitemap do meu site?

  17. Avatar

    tenho uma dúvida, se eu começar a usar o sitemap.xml agora em meu site devo retirar isso:

    meta author
    meta keywords
    meta description
    meta robots
    meta revisit-after

    ????

    ou uso o sitemap.xml e deixo isso como está? parabéns pelo artigo muito bom!

  18. Avatar

    Muito bom o artigo parabéns.

  19. Avatar

    Explicação muito bem feita, só não entende que não sabe ler!

  20. Avatar

    Vou colocar em prática agora, obrigado Agência Mestre!

  21. Avatar

    Muito bacana seu artigo sobre sitemaps, percebi a importância dessa informação e de uma forma muito clara e detalhada, parabéns.

Os comentários estão fechados.

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