Olá, Leitores da Mestre. Tudo bem? Neste episódio do Mestre TV, nosso CEO, Fabio Ricotta vai tratar das vantagens e desvantagens da terceirização da produção de conteúdo. Quer saber a melhor opção para seu negócio? Dá o play e aproveite informações valiosas deste vídeo!

Como agência digital, a Mestre é responsável por fornecer conteúdos para outras empresas. Existem também neste cenário, agências propriamente focadas somente em conteúdo, como as mais conhecidas, Rock Content e Content Tools.

A grande dúvida que surge sobre esse assunto é “devo produzir meus conteúdos com terceiros ou com pessoas internas?”. Confira os pontos positivos e negativos a considerar dos dois lados!

Oportunidades da terceirização da produção de conteúdo

Toda terceirização da produção de conteúdo, segundo a visão do Ricotta, tem viés de poupar. A grande economia que você terá com a terceirização de conteúdo é a de tempo, pois não precisará gerir pessoas, somente contrata e recebe um escopo.

A outra questão é a de tributo. Sabemos que a carga tributária de contratar pessoas no Brasil é pesada, em que o funcionário custa o dobro do que você geralmente paga para ele. Ou seja, com a terceirização, você tem uma simplificação do processo, que não demanda seu tempo para gerir pessoas.

Além disso, geralmente você terceiriza o que não é a sua atividade fim. O conteúdo em muitas empresas é uma atividade meio. Ou seja, pelo marketing digital você está procurando novos clientes para sua empresa. Mas, o seu negócio em si tem outro objetivo final, como oferecer serviço de advocacia ou odontologia, por exemplo.

Faça análise de oportunidades e perdas

É recomendável que você faça uma análise do que você ganha e perde ao implementar a terceirização da produção de conteúdo. E isso é uma recomendação do CEO da Mestre, Fabio Ricottta, para qualquer decisão na sua vida.

Então faça uma lista das oportunidades e dificuldades de fazer a terceirização. Como já tratamos das vantagens — economia de tempo e menor carga tributária — é hora de mapear as desvantagens.

Geralmente, independente do prestador, a terceirização pode gerar uma queda na qualidade do conteúdo. Mas por que isso?

Há o mérito de muitas vezes o cliente estar acostumado com uma pessoa interna que conhece muito do negócio e já escreve no formato que ele gosta. E muitas vezes, um terceiro não fará o texto na forma que aquela pessoa estava acostumada ou com a mesma fluidez.

Pode também acontecer uma perda em profundidade dos materiais, principalmente em temas mais técnicos. Nos casos da Mestre, em clientes Business to Business (B2B), a dificuldade de escrever sobre o tema “discos de plantio de soja”, por exemplo, é alta, pois não há preparo técnico para esse conteúdo.

Ou mesmo, escrever para a área de medicina. Um jornalista não terá todos os conhecimentos de um processo cirúrgico para poder escrever com propriedade sobre isso. Então nessas horas você perde a oportunidade de ter materiais mais aprofundados.

Por estes motivos, quando você olha a terceirização existem ganhos e perdas. Mas no seu negócio, esta atividade pode fazer sentido e trazer uma aceleração de crescimento interessante.

Para resolver o problema com a profundidade dos conteúdos, uma vantagem da terceirização da produção de conteúdo sobre um redator interno é o maior volume de produção. Com um terceiro você terá mais escala e pessoas envolvidas na redação.

Há mais um fator que pode te ajudar a diminuir os pontos negativos, confira!

Manual de linguagem

O próprio Ricotta aprendeu esse ponto dentro da Mestre com a implantação do manual de linguagem, desenvolvida pela gestora de conteúdo da agência. Para jornalistas talvez esse aspecto seja normal, mas o manual de linguagem é um documento que faz diferença.

Nele você detalha o que se define por qualidade, qual a forma de escrita do cliente, quais os jargões utilizados por ele, etc. Na questão de profundidade, você pode definir se você quer um artigo fundo de funil, ou seja, mais específico falando sobre o produto ou serviço. Nesta questão, você pode entrevistar um expert no assunto.

Assim, você dribla a falta de profundidade com entrevistas — que podem estar no manual de linguagem — e também eleva a qualidade do conteúdo. Por isso, quando você tem um manual bem redigido e orientado com as entrevistas que realizar, você elimina os pontos de perda que você tem com a terceirização da produção de conteúdo.

Por isso, ao ver do Ricotta, com um processo bem claro e definido a terceirização é só uma vantagem. Você terá o menor custo, maior escala e possivelmente uma qualidade muito próxima ou igual ao que você teria com um especialista ou pessoa dentro da sua empresa escrevendo esse conteúdo.

Com quem terceirizar?

No final do dia ainda fica a dúvida de com quem terceirizar, uma agência ou um freelancer? Nesta mesma linha você precisa analisar o que você ganha ou perde com isso.

A agência tem muito mais solidez em seus processos, organização, maior escala e múltiplas pessoas trabalhando no seu escopo, o que gera uma garantia de entrega. E o freelancer vai ser mais barato, tecnicamente.

Você também pode conseguir um freelancer que é especialista no nicho da sua empresa, o que fica mais fácil para você diminuir as perdas com qualidade e profundidade dos assuntos.

A grande desvantagem dos freelancers na experiência do Ricotta é o comprometimento, pois nem sempre ele estará disponível para você.

Talvez na sua empresa faça mais sentido terceirizar e assumir um contrato com prestador de serviço. Mas, se você for na linha de trabalhar com freelancer, a dica é tomar cuidado. Pois vai ser mais barato, mas nem sempre você vai ter um comprometimento grande.

Porém, este viés pode ganhar com especialização. Então, se for para ter um freelancer, busque um que é expert no seu segmento.

Esperamos que esse conteúdo tenha respondido as suas dúvidas sobre terceirização da produção de conteúdo! Se você ainda não é inscrito, aproveite para seguir o canal do Mestre Academy. Lá você encontra ainda mais conteúdos sobre marketing digital para continuar aprendendo!