Olá leitores do blog da Mestre! Tudo bem? Você já precisou escrever conteúdos ou até mesmo terceirizar, mas o texto não ficou do jeito que o cliente queria? Pois, quando se fala em conteúdo esse é um dos maiores problemas: o sentimento de “parece que não fui eu que escrevi”.

Então, hoje o CEO da Agência Mestre, Fabio Ricotta, vai mostrar que existe uma forma técnica para que você consiga escrever muito melhor para seus clientes, o manual do tom de voz!

Primeiro, vamos te contar como esta prática começou Agência Mestre. A empresa nasceu em 2008 sendo uma agência de SEO. Ao longo do tempo, foi adicionada uma camada de conteúdo aos serviços, porque faz todo sentido para ajudar no funcionamento orgânico. E claro, se você tem mais conteúdo, mais pessoas chegam ao seu site.

Porém, chegou um determinado momento no processo de escrita em que o redatores precisavam “se passar” pelo cliente. Nesta linha, quando a equipe de conteúdo entregava um texto específico, muitas vezes recebia um feedback do cliente de que “isso não tem o nosso jeito”. Esse fator começou a ser uma pedra no sapato.

Neste momento, surgiu de uma pessoa que trabalhava em conteúdo, hoje a gestora da área, a ideia de criar um manual do tom de voz. Este é um documento utilizado para os projetos da Mestre em que o nosso time de conteúdo se preocupa em entender o jeito como uma marca ou pessoa fala pro mundo.

É assim que se evita o terror das agências, o retrabalho. Então quando você produz um conteúdo de uma forma que o cliente não reconhece, não está no tom de voz dele ou da empresa, vai acabar tendo uma reprovação. Quando você tem um retrabalho, está gastando dinheiro e tempo em ajustes que já poderiam ter sido previstos antes.

Para diminuir essas chances, iremos te mostrar os passos básicos para você conseguir criar um manual do tom de voz. Confira!

Descreva as características da marca no Manual do Tom de Voz

A primeira coisa importante de adicionar no manual do tom de voz é o que você entendeu sobre aquela pessoa ou marca. Por exemplo, com o Fabio Ricotta: empresário, dono de agência, tem um número específico de colaboradores, é do do sul de Minas (importante por conta de jargões específicos) e diversas outras características.

Além disso, há quatro coisas que separamos que são essenciais para inserir, veja:

  • tipo de escrita — tem gente que adora escrever textos em terceira ou primeira pessoa. Então nesta etapa, analisamos essa preferência do cliente;
  • vocabulário — liste adjetivos positivos e negativos, palavras mais utilizadas, formas específicas de se referir a algo, se é mais formal ou coloquial, forma de cumprimentar, etc.;
  • nível de agressividade — é uma escala de 0 a 10, sendo que 10 tem um perfil ultra-agressivo, uma pessoa que tem uma forma de falar mais incisiva. O zero seria um nível muito tranquilo e educado. Isso te ajuda na hora de decidir o tom de voz do seu texto para a linha do seu cliente;
  • nuances extras — é os feedbacks que o cliente fornece, do que gosta ou não gosta na linguagem, palavras, expressões, e até temas que evita ou gosta de abordar, como a comparação com a concorrência;

Então, esse é o modelo de manual do tom de voz que é utilizado na Mestre há algum tempo. Obviamente há mais detalhes neste documento, mas você já pode ter uma base para criar o seu e ter muito mais assertividade na criação do seu conteúdo.

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