Quando o conceito de inteligência artificial surgiu, em 1956, seu criador — John McCarthy — sequer imaginava as proporções que a ideia tomaria. Essencialmente, o principal objetivo desse tipo de tecnologia é exercer uma função que, se realizada por um humano, seria considerada inteligente, como aprendizagem e análise.

Muitos pensam nas IAs apenas como carros que dirigem sozinhos ou robôs humanóides, mas a ideia vai muito além disso. Assistentes pessoais, chatbots e inúmeros outros softwares também fazem parte do conceito, que a cada ano vai ainda mais longe no desenvolvimento de novos projetos.

Não podemos esquecer, também, que a inteligência artificial pode impactar diretamente no dia a dia de uma série de trabalhadores ao redor do mundo, como daqueles que fazem marketing de conteúdo, por exemplo.

Qual a relação da IA com o marketing de conteúdo?

As IAs já fazem parte de nosso dia a dia há bastante tempo e, muitas vezes, nós sequer paramos para pensar sobre o assunto. Quando falamos sobre marketing de conteúdo, o primeiro conceito que precisamos entender para compreender a influência da inteligência artificial é o Big Data.

O Big Data nada mais é do que o enorme volume de dados gerados e armazenados todos os dias. É impossível, para nós, simplesmente processar esse tipo de coisa, e é exatamente aí que entram as novas tecnologias.

Os usuários querem ter experiência cada vez mais personalizadas. Com a possibilidade que as IAs têm de absorver grandes quantidades de informação, classificá-las e analisá-las, será muito mais assertivo para os profissionais de marketing de conteúdo produzir um material realmente direcionado àquele público. A tecnologia poderá ajudar a entender mais sobre o perfil daquela pessoa.

A assistente inteligente da IBM, por exemplo, chamada Lucy, faz exatamente esse tipo de serviço. Primeiramente, ela tem o poder de fazer uma análise profunda com todos os dados que a sua empresa possui, encomendou ou mesmo licenciou. Você pode fazer qualquer tipo de pergunta, independente da complexidade.

A inteligência artificial vai substituir quem escreve?

Um dos grandes medos daqueles que se aprofundam um pouco mais na relação entre a inteligência artificial e a produção de conteúdo é que as máquinas substituam completamente os seres humanos. Isso, muito provavelmente, não vai acontecer tão cedo.

A verdade é que apesar de existirem alguns softwares de jornalismo robótico, eles não podem escrever uma coluna de opinião sobre política, uma crônica ou textos semelhantes, mas podem ser úteis na hora de criar alguns artigos específicos.

Hoje, inúmeras grandes publicações do mundo utilizam softwares como o WordSmith, mas para criar conteúdos focados em dados, como sobre relatórios de ganhos, dados de mercado e até mesmo esportes. Gigantes do setor, como a Associated Press e o The Washington Post já fazem uso desses robôs jornalistas.

É claro que não podemos prever o futuro, mas — pelo por enquanto — parece que a inteligência artificial está aqui para tornar o trabalho do profissional de marketing de conteúdo mais assertivo.

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