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Sitemap: XML, HTML, Utilidades e Mitos

Por Fábio Ricotta

Descubra sobre Sitemap e suas vantagens para SEO! Diferença entre mapa XML e HTML e como ajuda na indexação. Clique e saiba mais.

Fábio Ricotta

No universo do marketing digital, entender a estrutura e a navegação do seu site é crucial para garantir uma boa experiência ao usuário e uma indexação eficiente pelos motores de busca. É neste ponto que entra o sitemap, uma ferramenta essencial que atua como um mapa, guiando tanto os usuários quanto os mecanismos de busca através do seu conteúdo digital.

Neste artigo, você saberá mais informações sobre sitemaps XML e HTML, suas utilidades, como criá-los, implementá-los e os mitos mais comuns associados a eles. Continue a leitura para conferir:

  • o que é sitemap e para que serve;
  • quais são os principais tipos de sitemap;
  • se o sitemap.XML é essencial para a indexação do site;
  • qual é a diferença do sitemap XML para o XML.GZ;
  • como criar um sitemap;
  • qual é a importância dos arquivos sitemap XML;
  • como colocar sitemap no site;
  • como saber se o site tem sitemap;
  • os benefícios do sitemap para SEO;
  • como disponibilizar o sitemap para o Google.

O que é Sitemap?

O sitemap ou o mapa do site é, basicamente, uma lista com todas as páginas (URLs) de um site. Ele funciona como uma espécie de mapa que irá ajudar e guiar o robô de busca ou o usuário a navegar e encontrar páginas nele.

Para entender melhor o seu propósito, vamos supor que a home do seu website é a entrada principal de um supermercado, enquanto as categorias são as principais vias de acesso. Ao entrar no estabelecimento, o consumidor recebe em suas mãos um mapa com todas as seções existentes e produtos disponíveis.

Quanto mais profunda é a seção, mais organizado precisa ser o mapa para você chegar lá, certo? Afinal, ninguém gosta de ficar perdido ou ficar preso a trabalhar com tentativa e erro.

Sitemap XML

E é exatamente para isso que existe o sitemap: guiar o usuário ou o robô de busca para uma melhor navegação pelo site, sem, teoricamente, acessar páginas com conteúdos irrelevantes ou páginas duplicadas, fazendo com que a navegação flua com melhor qualidade.

Utilidades e mitos sobre o sitemap

Você já conhece um pouco da importância dos sitemaps para melhorar a relação entre determinado site e os robôs dos mecanismos de busca.

No entanto, existem muitas dúvidas e mitos sobre os sitemaps, como sua importância real, como criá-los corretamente e como usá-los efetivamente para melhorar o SEO de um site. Por isso, exploraremos algumas das utilidades e mitos comuns sobre os sitemaps, para ajudar a esclarecer o papel que eles desempenham na otimização de um site.

1. O sitemap XML interfere na indexação?

Sim! Sitemaps ajudam na indexação de páginas e categorias de um site e permitem que motores de busca as rastreiem de forma mais eficiente. Isso é particularmente útil para sites grandes, com muitas páginas, ou para aqueles que têm conteúdo atualizado regularmente.

É importante lembrar que o mapa deve ser acompanhado de uma boa arquitetura de links internos fazendo com que o robô de busca encontre e analise mais páginas, além de, claro, acelerar o processo de indexação de novas páginas.

Com isso feito, abrindo caminhos para as páginas mais profundas do site, o uso do sitemap XML no quesito “fazer o robô de busca encontrar todas as páginas” ficaria, em teoria, obsoleto. Porém, praticamente nenhum site chega a tal perfeição a ponto de excluir a necessidade do seu uso.

2. O sitemap interfere nas visitas do site?

Não direta, mas se pararmos para analisar com mais carinho esse ponto, podemos dizer que sim, há certa influência. Afinal, ele ajuda na indexação das páginas, e, claro, se você tem uma nova página aparecendo nos resultados de busca, provavelmente ela trará mais visitas via aquisição orgânica.

Claro, isso também depende de boas práticas de SEO na construção do conteúdo de cada URL do seu site!

3. O ranking do site é afetado pelo sitemap?

Apesar de não interferir no ranking do site, o sitemap XML ajuda na sua indexação. No entanto, Duane Forrester, um dos funcionários responsáveis pelo Webmaster Tools do Bing, declarou em uma entrevista ao SEOMoz que há uma espécie de bônus no ranking para quem submete o sitemap XML ao Bing Webmaster Center.

Além disso, o Google Webmaster Tools deixou claro que presta atenção aos casos em que o XML contém URLs que retornam o status 404, 30x, e assim por diante. Essas páginas fazem com que o robô de busca do Google acabe por perder tempo desnecessário buscando por páginas redirecionadas ou com erro, o que pode gerar penalizações.

4. O sitemap facilita a descoberta de conteúdo?

Sim! Em sites com conteúdo profundo ou páginas que não estão bem ligadas entre si, um sitemap pode ser a chave para garantir que os motores de busca descubram todo o conteúdo disponível.

O sitemap facilita a descoberta de conteúdo?

Além disso, é por meio dele que os motores de busca entendem quais páginas são mais importantes e devem ser rastreadas com mais frequência. Sendo assim, o sitemap ajuda a otimizar o rastreamento e a alocação de recursos.

Quais são os principais tipos de sitemap?

Uma vez que o usuário não lê as mesmas coisas que o robô de busca e vice-versa, foram desenvolvidos alguns tipos de sitemaps, cada um servindo a propósitos distintos. Os dois principais têm como finalidade organizar as páginas de forma hierárquica e garantir que todas as URLs relevantes sejam encontradas, mas em estruturas diferentes.

Sendo assim, pensando em quem vai acessar cada mapa, os principais padrões são:

  • o sitemap.XML, voltado aos mecanismos de busca;
  • o sitemap.HTML, focado em melhorar a experiência do usuário durante a navegação.

Ambos são explicados no Curso de SEO da Agência Mestre, e você pode conferir exemplos reais e aplicação de diferentes recursos.

O sitemap.XML é essencial para a indexação do site?

Sim, o sitemap XML é uma ferramenta essencial para a indexação de um site, embora não seja o único fator que a influencie. De acordo com a página do Google sobre sitemap, existem alguns casos nos quais seu uso é útil:

  • se o site tiver conteúdo dinâmico;
  • se o site contar com páginas que não podem ser facilmente encontradas pelo Googlebot durante o processo de rastreamento, como páginas com conteúdo AJAX ou imagens;
  • se o site for novo e houver poucos links para ele. Como o Googlebot rastreia a web seguindo os links de uma página para a outra, pode ser difícil detectar seu site se o ele não estiver bem vinculado;
  • se o site possuir um grande arquivo com páginas de conteúdo que não estão bem vinculadas umas às outras ou que simplesmente não estão vinculadas.

Qual é a diferença do sitemap XML para o XML.GZ?

A diferença entre um sitemap XML e um sitemap XML.GZ está basicamente no formato do arquivo e na sua compressão. Ambos servem ao mesmo propósito fundamental: ajudar os motores de busca a rastrear e indexar um site de forma mais eficiente, fornecendo uma lista de URLs disponíveis para rastreamento. No entanto, eles diferem na forma como são apresentados e manipulados pelos motores de busca e pelos servidores web.

Isso significa que a primeira é a versão normal do sitemap e a segunda é a versão compacta do XML, conhecida como XML.GZ. Isso significa que o arquivo é menor e, portanto, mais fácil de processar.

Sitemap: XML, HTML, Utilidades E Mitos

Nossa sugestão, então, é o uso do sitemap XML.GZ, principalmente para grandes sites. Afinal, é um arquivo compactado, menor que o original, e que facilita o carregamento e tempo de resposta. Se podemos facilitar a vida do robô de busca, por que não fazer?

Como criar um sitemap?

Agora que você já sabe o que é e para que serve um sitemap, chegou a hora de saber como criar o seu. Para isso, basta seguir os passos a seguir:

1. Estude a estrutura do seu site de forma estratégica e defina as URLs

Antes de tudo, será preciso entender quais páginas do seu site serão analisadas pelos robôs do Google. Pode parecer mais vantajoso listar todas as URLs do seu site, porém, é necessário entender que as páginas que contêm termos de uso ou manuais de utilização são menos interessantes nos resultados das pesquisas e não precisam ser indexadas.

Pense de forma estratégica e faça uma lista hierárquica das URLs.

2. Escolha as extensões

Você conheceu dois tipos de sitemap e agora precisará escolher qual o melhor formato para fazer o seu: HTML ou XML.

3. Crie o mapa do seu site

Escolha se vai criar manualmente ou com o suporte de ferramentas:

Sitemap manual

Caso opte por fazer de forma manual, você pode abrir um documento no bloco de notas, iniciando com a tag “<urlset>” e finalizar com a outra tag “</urlset>”.

É preciso definir o protocolo padrão e, a cada link que você for adicionar, não poderá esquecer de inserir a tag “<url>” como uma tag pai, com outra “<loc>”.

Algumas especificações podem ser exigidas, dependendo do seu tipo de sitemap. Mas, se você não tem familiaridade com a área, tudo bem. Poderá contar com a ajuda de algumas ferramentas.

Sitemap com o apoio de ferramentas

Se seu site é criado em WordPress, não terá dificuldades. Isso porque poderá contar com alguns plugins que facilitarão todo o processo — GsiteCrawler, XML-sitemaps e Yoast SEO são bons exemplos disso.

O Yoast SEO, inclusive, é um plugin de SEO bastante completo e pode também ajudar a gerar o seu sitemap, cooperando na integração com o GSC (Google Search Console).

Leia também: Recurso de Ideias de Conteúdo No Google Search Console

Qual é a importância dos arquivos sitemap XML?

Como vimos ao longo do texto, os arquivos sitemap XML desempenham um papel crucial na otimização de motores de busca (SEO) e na gestão eficaz de sites, especialmente no que diz respeito à indexação e ao rastreamento por parte dos motores de busca.

Como saber se o site tem sitemap?

Existem várias formas de verificar se um site possui um sitemap, confira as algumas das mais eficazes:

1. Verifique diretamente pela URL

Muitos sites colocam seus sitemaps no diretório raiz do site com um nome de arquivo padrão e você pode tentar acessá-los diretamente digitando a URL do sitemap no navegador.

As URLs mais comuns para sitemaps incluem:

2. Use o Google Search Console

Se você tem acesso ao Google Search Console do site, pode verificar facilmente se um sitemap foi submetido:

  • acesse o Google Search Console e selecione o site desejado;
  • navegue até a seção “Sitemaps” no menu lateral;
  • verifique se algum sitemap foi submetido e quando foi a última vez que o Google o processou.

3. Verifique o Arquivo robots.txt

Muitos sites adicionam a localização do sitemap no arquivo robots.txt para facilitar o acesso pelos motores de busca. Para verificar:

  • acesse http://www.seudominio.com/robots.txt no seu navegador;
  • procure por linhas que começam com Sitemap;
  • se houver, a URL do sitemap será especificada logo após.

4. Utilize ferramentas de SEO online

Existem várias ferramentas de SEO online que podem rastrear um site e identificar se um sitemap está presente. Entre versões pagas e gratuitas , as principais são:

  • Screaming Frog SEO Spider;
  • SEMrush;
  • Ahrefs.

5. Verifique com o desenvolvedor do site ou a plataforma de CMS

Se o site foi desenvolvido por uma terceira parte, você pode simplesmente perguntar ao desenvolvedor se um sitemap foi criado e onde ele está localizado.

No entanto, se o site usa um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) como WordPress, Joomla, ou Drupal, o sitemap pode ser gerado automaticamente por um plugin ou extensão. Basta verificar as configurações do plugin de SEO ou de sitemap para encontrar a URL do sitemap.

Quais são os benefícios do sitemap para SEO?

O uso do sitemap traz diversos benefícios. Na área de SEO, ele deixa claro para os mecanismos de busca que o webmaster já está disposto a colaborar com a varredura dos rastreadores.

O Yoast SEO, além de ajudar a gerar o seu sitemap, também oferece outras soluções para otimizar as páginas do seu site em questões como meta description e title tag.

Além disso, o sitemap tem outras vantagens como:

  • facilitar a indexação das páginas;
  • informar as atualizações dos conteúdos postados, permitindo que eles sejam relidos com mais eficiência.

Para quem costuma realizar atualizações de publicações em blog com frequência, os benefícios são ainda maiores.

Também é importante lembrar que o sitemap é vinculado ao Google Search Console que, entre suas funções, possui a ajuda na otimização das suas ações em SEO.

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Como disponibilizar o sitemap para o Google?

Colocar um sitemap no seu site e submetê-lo aos motores de busca é um processo crucial para garantir que seu conteúdo seja rastreado e indexado de forma eficiente.

Depois de ter seu sitemap pronto, o processo é simples: basta carregar o arquivo em seu servidor, por meio do Painel do seu serviço de hospedagem ou de um servidor FTP, como é o caso do FileZilla.

Primeiro, você deve fazer o upload do mapa na mesma subpasta das URLs listadas nele. Depois, é preciso acessar o Google Search Console, no menu lateral, e submeter seu sitemap por lá, facilitando a checagem dos robôs.

Leia também: Algumas Tags de Extensão de Sitemap Ficarão Sem Suporte

O sitemap XML é muito importante para facilitar o entendimento da estrutura do site e ajuda na indexação das páginas. Inclusive, sempre que você inserir uma nova página deverá também atualizar o sitemap.

Vale ressaltar que nem uma arquitetura perfeita nem um XML perfeito garante a indexação completa do site. No entanto, estas são ferramentas complementares de uso obrigatório para que o robô consiga compreender melhor a estrutura do site.

Continue aprimorando seus conhecimentos e otimize suas estratégias! Aproveite para conferir as melhores ferramentas de SEO para otimizar o desempenho do seu site.

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Comentários
  1. Avatar

    Antes de ler este artigo não sabia a verdadeira função e importância do arquivo sitemap.xml.
    Ele foi bem útil, parabéns!

  2. Avatar

    Olá Domício!
    Simplesmente um ótimo artigo!
    Porém, gostaria de saber se o sitemap dividido em:

    sitemap_index.xml
    sitemap_post.xml

    sitemap_category.xml

    poderia ser melhor ao buscador. Pois assim teríamos uma divisão com os sitemaps que são mais atualizados e os menos atualizados e o Google poderia visitar apenas um, quando houver novo conteúdo.

    Eu fiz um teste recente e concluí que no Google Webmasters Tools se submetermos apenas o sitemap.xml principal com link para os demais, os outros são reconhecidos instantaneamente, porém não sei se essa divisão é benéfica ou não.

    Um grande abraço e aguardo resposta!

    • Avatar

      Olá, Victor.

      Obrigado pelos elogios sobre o artigo.

      Em relação a sua dúvida sobre segmentação do Sitemap, posso lhe garantir que quanto melhor segmentado e também quanto melhor for a seleção de páginas presentes no Sitemap, maior será a quantidade de páginas indexadas pelo robô de busca.

      Abraços,
      Domicio Neto

  3. Avatar

    Também recomendado a compactação para .xml.gz

    DICA:
    – Para compactar os .XML’s em .GZ (GZip) recomendo o programa free 7-Zip ( http://7-zip.org )

    []’s

    • Avatar

      Olá Rodolfo

      Eu segui a dica e baixei o 7-Zip.
      Porém ele não está abrindo arquivos .XML (p/serem compactados p/ .GZ)
      Consultei o Help e constatei que esse tipo de extensão não está incluida na lista de arquivos válidos.

      Há algum pulo-do-gato ou estou comendo bola?

  4. Avatar

    Legal Domicio, gostei do post. Ajuda a esclarecer melhor. E com certeza vou fazer o do meu site.

  5. Avatar

    Domicio ótimo post, começo meio e fim sobre os sitemap.(xml/gz) a grande importância da sua utilização.

    Seria bacana a continuação do artigo falando sobre os sitemaps “videos, imagens e notícias”.

    Abraços at+

  6. Avatar

    Excelente artigo Domicio.

    Uma coisa que eu faço bastante é usar a segmentação de sitemap para cada área do site, e ainda dentro de cada segmentação eu costumo deixar apenas as URL que ainda não foram indexadas, pelo menos nos humildes testes que fiz, notei que a indexação acontece de maneira mais rápida, do que quando eu envia todo o sitemap com todas as urls, inclusive com as que já estavam indexadas.

  7. Avatar

    Olá.

    Gostei muito do post pela analogia que foi feita entre o sitemap e o supermercado.Isso é importante para que pessoas com pouco conhecimento técnico saibam com o que estão trabalhando.O ideal é isso,simplificar ao invés de complicar como muitos blog tentam fazer.

    Parabéns!

    • Avatar

      Olá, Fábio.

      Fico muito grato com o seu comentário. A intenção ao escrever o post era exatamente essa de ser o mais claro possível, sem complicar.

      Abraços,
      Domicio Neto

      • Avatar

        Oi. Tenho dois blogs e um site, sem web designer cuidadno por enquanto…o pessoal ai tá pedindo demais, então estou tentando fazer sozinha… e próprio sobre a questão indexação estou sofrendo…Consegui fazer algo inserindo as urls mas não estou segura..Pedem de 2 a 5 semanas, justo? E quanto ao sitemap, não consigo próprio entender como fazer isso funcionar. Pode me dar uma orientção tipo ‘pré-primário’? rsrsrs Obrigada Livia

  8. Avatar

    Ótimo artigo! Entender melhor a função do sitemap.xml e como tirar melhor proveito dele, aprendi muito e tirei minhas dúvidas com suas explicações. Parabéns e obrigado.

  9. Avatar

    Olá Domício
    Muito esclarecedor seu artigo.
    Tenho uma dúvida: O sitemap pode ser instalado em qualquer plataforma (geralmente falam do WordPress)?
    Qual é o procedimento?
    Obrigado

  10. Avatar

    Muito bom o artigo, como sempre.
    Uma dúvida: A maior parte das páginas do meu site já está indexada.
    Se eu mandar um sitemap apenas com uma parte, ou seja, apenas com algumas páginas dinâmicas de uma determinada seção, vou prejudicar o que já está indexado?

  11. Avatar

    Eu posso ter um sitemap no siteAAA.com.br e nesse arquivo sitemap fazer referencias para outros sites, siteBBB.com.br/pagina.html, siteBBB.com.br/pagina2.html?

    Queriop centralizar meu sitemap em apenas um dominio.

  12. Avatar

    Valeu pelo artigo…Mto bom! Me ajudou mto msm, inclusive pude entender sobre coisas que desconhecia.
    Parabéns.

  13. Avatar

    Gostaria de saber uma coisa: sou iniciante, e criei meu blog dias atrás. Eu uso a versão online do WordPress, eu posso usar o sitemap para estruturar o meu site para o googlebot me achar? Ou só quem tem por exemplo o WordPress.org pode?

  14. Avatar

    olha, vou te dizer uma coisa: eu passei 2 dias tentando descobrir o que são sitemaps e nem o google me explicou. Consegui entender com seu artigo! parabéns mesmo! Ninguém foi capaz sequer de dizer q sitemap é a mesma coisa q mapa do site!
    agora vou descobrir como colocar o tal o sitemap no meu site…

  15. Avatar

    Parabéns pelo artigo!
    Excelente!

  16. Avatar

    Olá a todos. A questão do sitemap já entendi, e eu tenho um arquivo no bloco de notas com o sitemap em xml feito automaticamente por um site para esse efeito. Mas agora que faço, crio uma página no meu blogger com o titulo de sitemap e forneço esse link ao Bing e ao Google como sendo o sitemap do meu site?

  17. Avatar

    tenho uma dúvida, se eu começar a usar o sitemap.xml agora em meu site devo retirar isso:

    meta author
    meta keywords
    meta description
    meta robots
    meta revisit-after

    ????

    ou uso o sitemap.xml e deixo isso como está? parabéns pelo artigo muito bom!

  18. Avatar

    Muito bom o artigo parabéns.

  19. Avatar

    Explicação muito bem feita, só não entende que não sabe ler!

  20. Avatar

    Vou colocar em prática agora, obrigado Agência Mestre!

  21. Avatar

    Muito bacana seu artigo sobre sitemaps, percebi a importância dessa informação e de uma forma muito clara e detalhada, parabéns.

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