Google Fez 20 Anos – Veja o Futuro que o Buscador Planeja

Por Redator Mestre

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Google Fez 20 Anos – Veja o Futuro que o Buscador Planeja

O Google acaba de completar 20 anos e você sabe quais são os próximos passos do maior buscador? Confira as considerações de Fábio Ricotta, neste novo vídeo!

Redator Mestre

No novo vídeo da Mestre TV, Fabio Ricotta comemora os 20 anos do Google e apresenta as principais tendências do maior buscador do mundo. Ficou curioso? Conheça as estratégias e visões futuras da empresa. Dê o play!

Nesses últimos dias, o Google divulgou algumas das tendências e mudanças previstas para o futuro. Sem dúvidas, essas informações chamam muito atenção de quem trabalha com marketing digital e de quem depende dos resultados da ferramenta.

Google 20 anos —Tendências

Veja alguns dos pontos exibidos por Fabio e fique por dentro das principais tendências do Google:

Transitar de respostas para jornadas

Nesse primeiro ponto, Fabio esclarece o processo de pensar na jornada do consumidor e não apenas em possíveis palavras que ele poderá buscar. Nesse sentido, cada vez mais o Google está utilizando inteligência artificial para entender o que os usuários buscam, tudo por meio de análise de histórico, por localização da pessoa e por interesses. Ou seja, observando o que foi feito antes para conseguir determinar uma provável ação futura. Resumidamente, o objetivo é entender a essência de cada um, como um trabalho de Inbound Marketing.

De acordo com a análise de Fabio, é possível observar um foco menor em oferecer só a resposta para o usuário. O que será oferecido deve fazer parte de uma jornada criada ao longo do tempo. As informações que serão entregues às pessoas estão relacionadas com todo o percurso realizado anteriormente.

Percepção de buscas

Parece irreal, mas o Google pretende anteceder a sua busca. Em resumo, o buscador, por meio de informações e aspectos do comportamento do usuário, apresenta a tendência futura de já apresentar possíveis pontos que podem estar no radar de interesse do consumidor.

Mas a questão que fica é: como conseguir alcançar a percepção do que possivelmente poderá ser buscado? Fabio Ricotta exemplifica com o Google Home. A ferramenta atua através de cards. Com esse mecanismo, o Google pretende conseguir compreender melhor o comportamento do usuário e conseguir prever o que potencialmente gerará interesse. É como se fosse um feed apresentando pontos que poderão despertar a atenção do consumidor.

Para Fabio, a atual “caixinha de busca” do Google não será mais um passo mandatório para que o usuário receba os resultados de busca. Digitar uma palavra-chave fará parte do processo, ou seja, será um recurso opcional, não sendo mais necessário inserir um termo.

Priorização dos elementos visuais

Outro aspecto importante apontado pelo Google é a priorização do visual. Nos próximos anos, o buscador pretende criar uma interface mais fluida, saindo um pouco do padrão textual.

Agora, em outubro de 2018, o Google vai inaugurar uma nova versão do Google Imagens. É uma espécie de Instagram, com uma mistura de Pinterest e Google. O mais legal é que o buscador levou em consideração como os usuários estão buscando as imagens, fato que explica reprojetar a ferramenta.

Fabio aponta essa tendência, exemplificando com o maior número de vídeos exibidos entre os resultados orgânicos de busca. Mais do que apresentar dez resultados que levam até conteúdos textuais, o Google tende a exibir cada vez mais conteúdos audiovisuais. Em alguns momentos, existe até a possibilidade de conseguir assistir sem sair da interface do buscador.

Os novos recursos do Google

Sem dúvida, um dos caminhos do Google é apostar em um estilo visual mais forte. Entender mais o usuário e desenvolver uma visão mais preditiva são também caminhos. Um exemplo da tendência é o dado apresentado por Fabio: mais de 60% das buscas realizadas no Google nos EUA não geram cliques para sites externos, ou seja, os usuários estão consumindo informações sem sair da página.

No entanto, uma questão é colocada: como o produtor de conteúdo vai chamar atenção e fazer com que o usuário vá até ele? Esse é um ponto que gera controvérsias e ainda não existem informações muito claras a respeito.

A plataforma pretende fazer com que o consumidor de informação não tenha de sair da interface. Quanto mais dados e aspectos sobre a atuação e comportamento o Google tiver, mais ele conseguirá apresentar o que realmente o usuário procura.

Gostou desse artigo? Aproveite para conferir também o episódio 25 da MestreTV, que fala sobre habilidades para seu futuro!

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