Olá leitor do Mestre TV! Seja bem-vindo a mais um episódio! Hoje o Ricotta vai tratar sobre a pergunta que ele mais recebe nas redes sociais sobre e-commerce, que é a seguinte: a minha plataforma é boa para marketing digital?

Plataforma de loja virtual — comece pelo básico

Então, neste artigo, vamos destrinchar sobre plataforma de loja virtual e o que você deve olhar para descobrir se ela é realmente boa para o marketing digital.

Geralmente as pessoas que fazem esse tipo de pergunta já possuem alguma presença na web e background de e-commerce. Por isso, um dos primeiros passos nesta jornada é definir se a sua loja virtual vende.

Se o usuário consegue navegar na plataforma, realizar a compra que gera uma nota fiscal para um controle de estoque, você já tem o básico.

Busque por dados

Agora entramos em um segundo momento, em que é preciso prestar mais atenção se a sua
plataforma de loja virtual tem alguns dados e relatórios que facilitem a tomada de decisão do e-commerce.

Por exemplo, a curva ABC de produtos, informações de categorias que mais vendem, canais de venda, busca orgânica, etc. Ou seja, você tem um viés mais analítico de seu negócio.

Sua loja tem o que é necessário para marketing digital?

O que mencionamos até agora nos pontos acima são aspectos básicos, ou seja, é o mínimo que você deve ter para sua loja conseguir operar no marketing digital com eficiência básica.

Para levar a conversa para um lado mais aprofundado, o Ricotta separou algumas coisas simples que você deve conferir. A primeira delas é uma visão relacionada à anúncios.

Dentro desta temática, dois assuntos se destacam:

  • como colocar pixel;
  • e feed.

O pixel, em uma linguagem mais técnica, funciona para saber de onde vem o tráfego. Ou seja, se você tem anúncios no Google ou Facebook com tags instaladas, poderá identificar a origem do canal e a campanha que funciona melhor.

Para a instalação do pixel, tanto o Facebook quanto o Google Ads fornecem um código para você incluir na sua loja na página de conclusão de compra. E para que serve isso? Para registrar conversões!

E quanto ao feed, ele funciona basicamente como uma listagem em um formato chamado XML, em que estão contidos todos os seus produtos ou grupos dos produtos.

Então, tenha ao menos um feed com todos os seus produtos para que seja possível importá-los no Facebook e Google Ads como catálogo, e assim, poder criar anúncios dinâmicos com dados diretamente dos produtos, como os resultados do Google Shopping.

Você já deve ter visto este formato de anúncio em alguma plataforma, aquele em que há uma foto do produto, preço e maiores informações.

Esses pontos mencionados são a primeira camada. Se seu e-commerce tem isso, já está mais preparado para o digital.

Trabalhe com SEO

Em quesito de SEO, você precisa ter noção se as URLs da loja são amigáveis, ou seja, se podem ser lidas e entendidas pelo usuário.

Temos também o sitemap, que é um arquivo XML que lista todas as páginas de seu site, as categorias, produtos, entre outros. Esses dados são enviados para o Google para ele indexe e leia toda a sua loja virtual.

Outra visão que você deve ter é a de dados estruturados. Em e-commerce é possível fazer várias marcações nas informações do produto, como título, preço, se está em estoque ou não, etc.

Ou seja, são vários dados sobre os produtos para que o Google consiga ler aquela página na busca orgânica e entender o que há nela.

Outro item importante é ter uma loja virtual que carrega rápido. Se o site estiver lento, o Google não vai gostar. Até na parte de anúncios você vai ter problema, pois vai ter que pagar mais caro.

E o que é um tempo de carregamento bom? É aquele que é mais rápido que a sua concorrência.

Isso sem falar do básico, que é a informação de títulos e meta tags, que é o mínimo que você implementar em sua plataforma.

Inbound marketing

Hoje na Agência Mestre, trabalhamos cada vez mais com Inbound, e notamos que uma das coisas que mais faltam nas plataformas de loja virtual é a integração de vendas com o envio de e-mail.

Uma pessoa que entrou no carrinho de compras, por exemplo, pode ter seus dados enviados para um RD Station ou Active Campaign. Assim, você pode fazer uma gestão de leads mais assertiva com os dados dos usuários.

Então, se você vai pagar por uma plataforma de loja virtual, observe se realmente ela tem integração das vendas com a ferramenta de automação de e-mail. Por quê? Porque você vai precisar disso para fazer, por exemplo, recuperação de carrinho.

Se um usuário abandonou a compra, por exemplo, como é que você manda uma notificação de que ela pode finalizar com desconto? Você precisa ter isso como ponto de atenção.

A ferramenta de automação precisa ter uma integração com a sua plataforma para que você possa trazer os dados para a realidade.

E para fechar, um ponto que o Ricotta considera muito importante em uma plataforma, que é a seguinte questão: se um dia você precisar trocar de base, qual vai ser a dificuldade de tirar os seus dados de lá?

Imagina que você escolha uma plataforma de loja virtual, mas depois descobre uma solução melhor no mercado, analise o quão fácil será fazer essa migração!

A Mestre já lidou com várias situações de clientes que tiveram dificuldade de exportar seus produtos e todas as informações adicionadas.

Por isso, opte por alternativas que realizam a migração não somente dos dados mais óbvios, como imagens, mas também das suas configurações SEO e todo o trabalho que você fez no e-commerce.

Esperamos que tenha gostado das dicas para descobrir se uma plataforma de loja virtual é boa para marketing digital. Te vemos no próximo episódio!

Para mais conteúdos sobre marketing, continue navegando no blog da Agência Mestre!