Backlinks: O Que Pode e o Que Não Pode?

Até que ponto suas estratégias para conseguir backlinks são realmente positivas? É sobre esse assunto que o CEO da Agência Mestre, Fábio Ricotta, fala no vídeo abaixo. Para evitar complicações com o Google e garantir bons resultados, confira!

Pontos Positivos e Pontos Negativos

O que pode e o que não pode quando o assunto é backlinks? Para o Fábio, a resposta é clara: o que pode é o que está dentro das diretrizes do Google — e o que não pode é também o que é determinado pelo buscador. Não existe segredo.

Com uma carreira que começou em 2004, nosso CEO aprendeu muito com o mercado americano, com outras pessoas e com sua própria experiência, errando e acertando. É com base nisso que ele diz que, ao longo do tempo, toda vez que você planta links, o Google pega. Não importa se você tem uma ótima estratégia, ele pega.

No começo o que existiam eram simples trocas de links, depois surgiram as trocas de links, as link farms, os bots de comentários e até mesmo press-releases com links. Com o tempo, todos caíram ou perderam o efeito.

Com os updates do Google Penguin, que vem ano após ano se integrando mais ao algoritmo e até mesmo rodando em modo live, o que percebemos é realmente a descaracterização de sites baseados em links artificiais.

Como Conseguir Backlinks?

Resumindo o que já foi dito até agora: tudo que é feito de forma artificial e vai contra as diretrizes do Google não pode ser feito como forma de conseguir backlinks. O caminho é fazer um bom trabalho, cuidar bem do seu produto, da sua entrega e, no máximo, ter uma assessoria de imprensa para divulgar a sua marca.

Os backlinks vêm como consequência se você estiver fazendo um bom papel. Quanto mais o que você faz for de qualidade e ajudar pessoas, sejam vídeos, posts, podcasts ou outros formatos, saiba que isso vai voltar como backlink um dia. Da mesma forma, se você planta links, isso vai voltar para te assombrar em algum momento.

Então o que importa é a percepção que o mercado tem do seu produto ou serviço. Se for positiva, as chances são altas de ter retorno no futuro. Além disso, no máximo o que você pode fazer é trabalhar em redirecionar a página caso alguém aponte para um link seu que esteja quebrado. Nesse caso, seria um link building que faz sentido e poucas pessoas fazem.

Por fim, o Fábio nos propõe uma reflexão: os backlinks um dia vão cair e o Google vai arrumar algo melhor. Nesse momento, você vai ter que pensar no usuário e em oferecer algo melhor para ele. Mas para que esperar? Por que não adotar essa postura agora?

Deixe nos comentários a sua opinião! Você concorda com a visão do nosso CEO? Aproveite e indique também os assuntos que gostaria que ele abordasse em próximos vídeos.

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