As tags na internet brasileira

Quantas vezes vocês ouviram falar no termo “web 2.0″ nos últimos meses? Ele é realmente a sensação do momento na internet e está sendo amplamente usado (inclusive por pessoas que nem sabem direito do que estão falando). Tão usado que já cansou. Mas, essa “neura” de parecer diferente, interativo e “super na moda” toma proporções perigosas às vezes.

As pessoas querem transformar seus sites, de qualquer jeito, em um “site web 2.0″. Tá. Mas será que isso é conveniente para o seu tipo de negócio? Será que seu objetivo na web conversa com esse tipo de conteúdo? Será que seu público-alvo vai interagir com tudo o que você acha maravilhoso?

Já ouvi de alguns criativos (e de alguns clientes também) que ia ser suuuuper legal usar somente uma nuvem de tags no site, ou seja, nada de menu, porque isso é coisa antiga. Gente, vamos com calma, ok?

Nos casos dos quais participei, essa “super mega blaster idéia” não durou mais de dois minutos na reunião, mas, ao ler esse post no blog da Rashmi, percebi que isso não aconteceu apenas comigo.

Nesse post, os comentários são mais ricos que o texto em si, onde a questão foi apenas levantada para gerar discussão. E as opiniões são bem parecidas com as minhas.

Porque uma Tag Cloud não basta para orientar a navegação de um usuário em um site?

Bom, primeiro porque as tags dão uma idéia do conteúdo presente no site e funcionam como atalho para eles, mas não organizam a informação e muito menos orientam a navegação.

Por exemplo, em uma segunda ida a um site, como o usuário vai saber onde ele achou o conteúdo consultado na sua visita anterior? Mesmo que ele fosse o mestre da memória visual e decorasse onde estava a tag e qual era ela, provavelmente ela não estaria mais no mesmo lugar e nem do mesmo tamanho (porque as tags aumentam de tamanho proporcionalmente ao número de vezes em que são utilizadas para classificar um conteúdo).

Além disso, como diz Rashmi nos comentários, o menu precisa ser mais permanente e dar condições para que os usuários construam um modelo mental do espaço.

E, para completar, vou levantar uma questão importante: vocês já pensaram que uma nuvem de tags pode ser moda muito mais para quem trabalha com internet?

Aqui no Brasil, pelo menos, acho que a grande maioria do público não se sente confortável ou não sabe como utilizá-las da maneira correta. Isso não quer dizer que eu sou contra as tags nos sites.

Acho que, dependendo do propósito e do conteúdo (porque não tem nada a ver incluir um Tag Cloud em um site institucional completamente estático, por exemplo), elas são muito úteis e ate funcionam como uma maneira de forçar o aprendizado desses usuários menos acostumados com isso.

Por exemplo, alguém que entra todos os dias no site da Globo.com e vê as tags lá no final da página, um dia, pode acabar clicando em uma delas e, a partir daí começar a buscar conteúdo dessa forma, ou seja, com mais rapidez e objetividade.

E você, costuma classificar o conteúdo que publica?

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96 Comentários para “As tags na internet brasileira”

  1. Mariana

    Artigo super interessante!Eu não sabia muito bem como classificar conteúdo na internet e resolvi pesquisar no google como fazer isso , então achei esse artigo, li, entendi e agora tudo ficou mais claro!!!

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  2. Luciano Marques

    Como citado no artigo acima, escuto diariamente comentarios sobre a Web 2.0 e sobre suas vantagens, porém deixo por conta do webdesigner da empresa definir quando e como vai ser o período ideal para migraçao do nosso site para essa nova plataforma.

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  3. zander catta preta

    No meu caso, cada blog tem um foco diferente. No meu blog pessoal, tradicional, por vezes abro mão de tags, ficando apenas em categorias ou, quando as uso, é mais para ajudar na navegação ou a procurar algum conteúdo específico.

    Mas como a publicação ali é irregular, eu realmetne não me esquento muito com isso.

    No caso do “Um livro por semana”, apesar de estar abandonado, eu usei critérios mais “riígidos” para as tags. Cada livro postado tinha como tag o autor, o nome do livro e -quando se aplicava- o tipo de livro (literatura nacional, norte-americana, biografia, etc.) e aí sim cabia a nuvem de tags do lado do menu.

    é isso.!

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  4. Raul Torres

    A falta de pertinencia nesses casos é o mais corriqueiro. A idéia é: é moda? Então vamos fazer.

    Por essas e outras é que o investimento de publicidade na internet, no Brasil, ainda é ridiculo.

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  5. Bia

    Acho que as vezes as pessoas se sentem na obrigação de colocar principalmente em seus projetos online tudo que tem de novo , cool e inovador na internet e esquecem que realmente o importante em um site é que seja organizado e que atinja a informação necessária para qual o público esta procurando. As tags são importantes sim , eu uso bastante , mas nem sempre podem ser a melhor opção para organizar e classificar o conteúdo, e o menu é essencial; na minha opinião todo o site deveria ter, para poder se navegar de uma forma linear, como foi dito no artigo acima.

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  6. Anderson de Paulo

    Excelente post!!!

    As tags possuem sentido quando usadas em um sitema colaborativo, servem para auxiliar a navegação e não para tomar a frente do sistema de organização. Muitas pessoas adotam as modas como religião e simplesmente querem aplicar em todos os projetos de qualquer maneira, não pensando na pertinência e razão.

    Muito bom o post, pode ajudar a clarear a visão de muita gente.

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  7. Carlos Pereira

    Ótimo artigo!! Eu sou atendimento em uma agência web e concordo plenamente!

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  8. Tathianne Monteiro

    Carla, seu post tá muito legal! E como tags são o assunto do momento no mundo da internet, sua preocupação é válida e super atual!

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  9. Fabio Palamedi

    Acho que, devemos possuir um bom discernimento do que pode ser uma evolução /revolução, e do que é moda/modismo das fanáticas buzz-words que muita gente criativa usa para promover seja la o que for.
    Não que o uso de tags não seja uma boa. Uma coisa é criar e promover formas de navegação auxiliar, de suporte, outra é chegar e mudar tudo, impor aos usuários e ao próprio modelo de negócio, um formato completamente diferente e desconhecido…rs

    Conteúdo criado pelo usuário, requer muito mais cuidado. É como querer controlar algo que não se pode controlar. É se não houver um bom planejamento, uma equipe dedicada e orientada para lidar não somente com o conteúdo mas com o usuário também (porque não se trata apenas do conteúdo gerado pelo usuário, mas do próprio usuário – o que ele acha, rotula, opina, é parte do que ele é e de como vê e se relaciona com a empresa, etc) a sua marca e a reputação da sua empresa, podem ficar seriamente arranhadas.

    Apesar de acreditar que a maioria dos usuários que usam tags hoje em dia são usuários que tem muita facilidade em compreender como elas funcionam, no futuro, as pessoas irão saber como funcionam como se fosse por osmose (saca? vc nasce sabendo fazer…rs).

    até que esses usuários cheguem (hoje devem ter seus 2 ou 3 anos de idade), é preciso cautela em aplicar essa danada “colaboratividade’….rs

    Pode ate ser que um dia, não exista mais o menu como conhecemos hoje….mas até la…rs…”garçon!!! , o menu por favor!” =)

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  10. Juliana Tonussi

    Muito bom o artigo! Concordo com a Fernanda. Não dá pra viver sem menu!

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  11. Dio'

    O assunto gera muito pano pra manga. Acho que as tecnologias devem ser aplicadas a medida que o usuario vai evoluindo o uso delas dentro da sua rotina. Eh facil entender que algumas empresas, principalmente, aquelas que nao possuem uma forte cultura digital, queiram “modernizar-se” na intençao de associar seus produtos/serviços as tecnologias mais comentadas do momento e deixando de levar em consideraçao se isso realmente seria uma experiencia positiva para o seu negocio.

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  12. Pricila Campos

    Eu tenho costume de navegar por tags, mas acho que pessoas com menos costume de usar a internet jáo não fazem como eu. Ótimo artigo!

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  13. Karina Andrade

    Seu post é super pertinente e atual! Muito legal! Não conhecia esse site, voltarei mais vezes. Beijos.

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  14. João Marcos

    Acho que tags em um site pode até não ajudar em nada, mas também não atrapalha. Eu costumo entrar em sites que possuam tag cloud diariamente, mas confesso que nunca cliquei em nenhuma palavra.

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  15. Talita Reis

    Artigo mais do que esclarecedor…é preciso saber diferenciar e nao levado somente pela “estrela do momento”. Como tudo na vida requer estudo e planejamento as novas mídias não são exceção! è preciso analisar e muito!!!!!
    Parabens, Carla!

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  16. Cássia

    Concordo com o autor. Internautas leigos muitas vezes não desfrutam de sites interessantes pois não sabem como explorá-los. As tags devem ser utilizadas sim, mas com critério.

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  17. Carol Suzuki

    Achei o artigo interessante, confesso que eu não sabia muito bem sobre tags, apesar de usar o computador no dia-a-dia; acho que pude entender melhor o assunto.

    Responder
  18. Viviane Romano

    Adorei o artigo! A modernização é importante, porém mais importante é a informação e a fácil navegação do site. Espero que o menu não saia de cena!

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  19. Júlia

    Excelente artigo! Concordo com a autora e facilitará a vida de muitos internautas.
    Meus parabéns!

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  20. Marcos Camargo

    Realmente a Carla tem razão no que diz. A comunicação em geral tem uma infeliz mania de criar e se apoiar em modismos. Campanhas virais já foram as meninas dos olhos, agora são as tags.

    Isso as vezes cansa…mas é assim. Devemos é fazer a nossa parte.

    Abraços. Adorei o post.

    Responder
  21. denis campos

    Muito esclarecedor o artigo…. a autora sobre discorrer sobre o assunto técnico de uma forma clara e simples, facilitando o entendimento daqueles que são leigos ou iniciantes no assunto “internet”

    SObre as tags, acho que são mais uma, e não a única, ferramenta a ser utilizada para navegação pela grande rede.

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  22. Vanessa Marques

    Acho que, ainda que as tags facilitem demais a vida de usuários (principalmente os usuários avançados de internet), o menu ainda é primordial. Conheço usuários moderados de internet que sequer sabem o que são tags, qual sua função ou para que existem. Então por muito tempo vamos ter que conviver com as duas linhas caminhando paralelamente.

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  23. Leandro

    Eu gosto e apoio a ideia do Tag….nao tneho blog mas tneho amigos q tem e ja comentamos sobre isso….resumindo horas de conversa…algumas controvércias…toda ajuda é bem vinda. Me gusta si….
    Boa a materia heim, bem clara e explicativa!
    Parabens!!!

    Responder
  24. Luiz Antonio Sanches

    A “febre” da web 2.0 tem também seus contras. O uso de uma ferramenta, por mais útil que essa possa ser, pode muitas vezes ser desnecessário e ter resultados diferentes do esperado. É o caso das “tags” e como você abordou muito bem nesse artigo Carla.

    Responder
  25. Liliana Andrade

    Otimoartigo. Exclarecedor e facilitador para quem navega frequentemente na internet.

    Responder
  26. Karin

    Muito bom o artigo e seleção de pontos discutidos. Também concordo que as pessoas que costumam seguir as ‘modinhas’, tendem sempre a encaixá-las nos projetos sem pensar na usabilidade e se ela realmente cabe ao projeto.

    Responder
  27. Viviane Bergmann

    Estava pesquisando na net e cai no seu artigo. Gostei muito e me ajudou bastante. Se tiver mais artigos relacionados me avise. Grata!

    Responder
  28. Daniel Santos

    Ótimo artigo menina, é importante explicarmos como funcionam e onde devem ser aplicadas, pois as pessoas acham bonitinho falar e querem colocar em todo o lugar e não funciona assim. Parabéns !!!

    Responder
  29. Lia Flávia

    Excelente texto, não entendia muito esse negócio de tags e agora pude compreender de maneira bem simples tal modismo !

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  30. RICARDO PEDROSA

    Concordo com a autora do blog e acho que nos vamos nos adequando a tudo que a tecnologia vai avancando !!!!!

    Responder
  31. Bruno Canato

    Extremamente pertinente.

    O que acontece em alguns projetos é que as pessoas esquecem de pensar em quão adequado ao cenário do cliente é aquilo. E aí, claro, o que é “moderno” ganha lugar, em detrimento do que é correto.

    Responder
  32. cristiano

    Muito bom o texto.
    Alguns modismos na internet (como a web 2.0 por exemplo) nem sempre são aplicáveis ao seu tipo de negócio.
    Não adianta forçar uma situação só porque a “onda” agora e essa, ou alguma outra que vai acabar aparecendo.

    Responder
  33. Cassiano Sairaf

    Bom Carla, eu não sou usuário das tags, portanto não acho que se deveria usá-lo tanto. Vejo isso como uma “imposição” do site aos assuntos mais procurados.

    Responder
  34. Flávio Nuvolara

    Acredito que o ideal ainda hoje é a questão do bom senso. Não há melhor ou pior quando falamos em interatividade, mas há de ter, como dito neste excelente artigo, uma adequação a um público, uma preocupação com a forma com que as pessoas que estão visitando esse site procuram seus conteúdos. Do contrário o site acaba não dando os resultados esperados.

    Responder
  35. andrea

    Muito legal o post. Muito esclarecedor. A tag cloud é uma boa mas não é pra ser usada por todos e pra tudo, tem que ser de maneira consistente com o conceito de projeto. :)

    Responder
  36. Luiz de Miranda

    A web é 2.0, mas o que os criativos precisam entender é que, na maioria das vezes, o consumidor é no máximo 1.4.

    Aí é ficar dando murro em ponta de faca…

    Responder
  37. Patrícia Carvalho

    Carla,
    Adorei seu texto, você como sempre mostra ser uma profissional completa, desde o tempo de estágio (lembra??).
    Meus parabéns,
    Patrícia

    Responder
  38. Renato Freitas

    Adorei o artigo, apesar de confessar que, antes de lê-lo, não entendia nada de tags. ;)

    Responder
  39. camartins

    Adorei seu texto, Carla! E concordo com tudo o que você escreveu! beijos e parabéns!

    Responder
  40. Joana P

    Muito bom!! Parabéns!! Artigo escrito por jornalista fica sempre super interessante, parece que estávamos conversando! :)

    Responder
  41. Caio K

    Bom texto! Realmente, aqui no Brasil muitos micreiros se esquecem do verdadeiro papel do design, que não se resume apenas à estética, mas principalmente, diz respeito à funcionalidade!
    Um website, assim como uma embalagem de suco, tem que ser, acima de tudo, funcional. É claro que a identidade visual tem um papel super importante na funcionalidade também!

    Responder
  42. Richter

    Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Viva o menu e as nuvens que se coloquem em seus lugares.

    Parabéns!

    Responder
  43. Eliana Marcia

    Muito bom seu texto! Parabéns! Afinal, por que todo mundo sempre tem que fazer tudo sempre igual?
    E a criatividade e a originalidade não contam?

    Responder
  44. Pati Vilas Boas

    Achei bem legal… num mundo onde as pessoas escolhem cada coisa bizarra pra se inteessar, de calipso a fissuras lunares… como é que pode se pensar que eu serei uma leitora tão previsiva que o que eu procuro vai estar alí, facinho..

    Responder
  45. Alexandre Sena

    Particularmente, acho a nuvem de tags super útil, tanto para fins de navegação quanto para estabelecer um panorama dos assuntos que são tratados no site/blog.

    Responder
  46. Márcio Pinho

    Muito interessante o artigo sobre tags, com informações bastante didáticas, diferentemente de outros textos relacionados à informática que encontramos por ai.

    Responder
  47. Carlos Augusto Martins

    Colocação muito apropriada, pois dependendo do site ou do assunto, realmente não há necessidade de tags, por puro modismo.
    Parabéns pela postura da sua opinião.
    Sucesso!!!

    Responder
  48. Sandra Dias

    Oi, Carla! Que artigo interessante! Concordo com a sua opinião, quem não é do ramo não acha as tags tudo isso…vê sempre nos sites, mas não dispensa nunca o menu para navegar apenas por elas.

    Parabéns!

    Responder
  49. Carmem Maria

    Olá! Adorei o seu artigo! Como não trabalho com internet, nem imaginava que tinha gente pedindo pra fazer site em menu! Internem esses clientes, já!

    Beijos e parabéns pelo texto!

    Responder
  50. Ivan Moreira

    Adorei eu artigo, Carla! Acho que cabe à agência explicar para os clientes o que é consistente e o que é viagem nos seus pedidos, né? Porque o nome de quem fez o site também está em jogo na história.

    Responder
  51. Roberto Queiroga

    Olá, Carla! Gostei muito do seu artigo, mas acho que inovação é muito bem vinda às vezes. Se uma agência não topar fazer coisas diferentes que ninguém nunca fez antes, coisas que hoje são super comuns nem existiria, concorda? Quem sabe uma nuvem de tags no lugar do menu não seja um boa? Talvez o problema seja só a falta de costume…

    Responder
  52. Fábio Bragança

    Excelente o Artigo.

    Concordo em Genero Numero e Grau , vamos devagar com as Tags.
    A grande maioria do publico da Internet ainda sente dificuldade com a velocidade que as novidades aparecem na WEB .
    Todo cuidado é pouco para não perder um visitante em seu site.

    Parabéns.

    Responder
  53. Denilson Ramos

    Achei o artigo bem interessante e esclarecedor. Eu já cliquei em palavras da nuvem de tags da globo.com, que você até menciona no texto, mas só lá também. Não é algo que eu tenha costume de usar não, ao contrário do menu…

    Responder
  54. Karina Peixoto Guimarães

    Adorei o texto….linguagem simples, clara e objetiva. E, vamos combinar, sem menu não dá, viu???

    Responder
  55. Chimena Gonçalves

    Adorei eu artigo, Carla! E acho que pedido louco de cliente é normal em qualquer área. Cabe a nós fazê-los colocar os dois pés no chão. Beijos!

    Responder
  56. Fernanda Lobo

    É isso , Carla!
    O importante é ter em mente para quem e para que serve o que desejamos fazer.
    Beijos

    Responder
  57. Gian Rocco

    Artigo bem legal, Carla! Quanto ao comentário acima, concordo plenamente….o problema é quando a pessoa que está do outro lado também não tem os pés no chão!
    Parabéns!

    Responder
  58. Kátia Seixas

    Este texto me mostrou que preciso ler mais. Se alguém falasse sobre tags comigo eu iria ficar boiando…
    Agora está claro que o assunto sobre o uso das Tags na internet brasileira precisa ser mais esmiuçado para que seja usada com pertinência.

    Responder
  59. Silvia Prazeres

    Eu também não entendia nada sobre tags, achava que aquelas palavras que eu sempre via em sites eram só representações do que tinha lá para ser lido. Não estava totalmente errada, mas agora sei que tags são muito mais do que isso. =D

    Parabéns, Carla!

    Responder
  60. Caio Lopes

    E ai Carla!

    Adorei o seu post e concordo plenamente com você. Também já tive esperiencia ruim com pedidos loucos de cliente. Normal, porquese eles entendessem bem da coisa, nao precisariam contratar agencias. hehehe

    Parabens, seu texto esta show.

    Responder
  61. Daniela Freitas

    Adorei seu texto, Carla! Claro e objetivo, como o texto de jornalista deve ser! ;)

    Para um arquiteta de informação, como você, acho super válido esse estudo do que é ou não apropriado para uma marca / produto / serviço. Parabéns! E sigamos dando luz para esses clientes insanos! Beijos!

    Responder
  62. Paulo Andrade

    Parabéns Carla, o seu post é muito interessante e esclarecedor. Muita gente acaba complicando coisas simples por causa de modismos. A tag é um recurso interessante, mas não dá pra ficar sem menu.

    Responder
  63. Lúcia Maia

    Carla, seu artigo está muito bom e esclarecedor, ótimo para pessoas que não usam muito a internet como eu! Parabéns! Beijos!

    Responder
  64. Milton Santos

    Oi, Carla! Parabéns pelo texto! Concordo com o Paulo, que escreveu logo acima. Muita gente acaba mesmo complicando as coisas por causa de modismos. A tag é um recurso interessante, mas não dá pra ficar sem menu e nem se deve usa-la sem estudo e pertinencia!

    Responder
  65. reinaldo

    O autor divia primeiro saber o que é web 2.0. Acho que ele acha que web 2.0 é nuvem de tags, botoes glass e etc…..

    Responder

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