Social Commerce, a Venda de Produtos no Facebook

Social Commerce - Venda de Produtos no Facebook

Olá amigos da Agência Mestre!

Quem esteve no último Curso de SEO acompanhou que fizemos uma breve apresentação do Facebook e os motivos de se dar um pouco mais de atenção a essa rede social que já estamos aqui discutindo há algum tempo. Falamos sobre fan pages, FBML, a integração com o Bing e o conceito social, que envolve o Facebook e tem um peso determinante nas decisões de outros usuários.

Ao final da apresentação, esticamos um pouco a conversa. Falamos de inovações e, ao lado do Fábio Ricotta, mencionamos que até e-commerces estão sendo criados e integrados com a rede social, possibilitando ao usuário navegar pela página de uma determinada empresa, escolher os produtos por lá e efetuar as compras sem, sequer, abrir outra aba do navegador para continuar o processo.

E, com base numa promessa feita aos alunos da décima edição do Curso de SEO, o artigo desta semana trata justamente sobre essa inovação. Como já existem empresas que apostam no e-commerce dentro do Facebook, veremos aqui alguns exemplos de sucesso e também maneiras de se aventurar nesse formato.

O primeiro passo

Já não é de hoje que comprar direto do Facebook é algo novo. No ano passado, a empresa norte-americana 1-800-FLOWERS investiu numa plataforma de e-commerce dentro de sua fan page. O conceito surgiu da discussão que, inclusive, tivemos no Curso: “as pessoas gostam de fazer as coisas num mesmo ambiente, sem ficar pulando de site em site” e, ciente da ascensão do Facebook, a empresa de flores aplicou com sucesso o conceito do e-commerce.

A primeira loja a ter compra pelo Facebook

O processo se dá como qualquer outro. É preciso, no entanto, logar também no site de flores para ter acesso às compras. O pagamento é integrado ao sistema Pay Pal, algo muito comum nos dias de hoje. O 1-800-FLOWERS é o primeiro registro de e-commerce no Facebook.

O conceito de Social Commerce

Bastou o Facebook ganhar mais e mais agregados de lojas virtuais em sua plataforma para que o conceito de social commerce surgisse. Com a influência dos usuários afetando diretamente o desempenho das fan pages, a empresa precisa pensar em boas estratégias, oferecer possibilidades interessantes para agregar cada vez um número maior de fãs e, consequentemente, novos negócios.

Se o sucesso de um bom conteúdo divulgado na rede social já depende da aprovação dos usuários, imagine a mesma relação quando o objeto oferecido é um produto? Lojas que se aventuram no Facebook devem pensar desta forma.

Não é preciso mais apelar para as propagandas e spams. Basta uma boa relação com o seu usuário, uma boa prestação de serviço para que ele, dali de dentro de sua fan page, passe adiante a sua experiência. Ter uma loja dentro do Facebook dá a impressão de que seus compradores passam por ali, compram e, sem deixar o local, já avisam os demais futuros consumidores que sua marca é boa e seu produto vale a pena.

Tomemos como exemplo a fan page da Rachel Roy, uma estilista norte-americana, que desenha roupas, sapatos, bolsas e até jóias. No começo deste ano, ao lançar seu e-commerce com produtos exclusivos para os seguidores do Facebook, ela atingiu um impressionante registro: 1.5 fãs a cada minuto nas primeiras 24 horas do lançamento. Sua base total de fãs subiu 35% de um dia para o outro.

Qual seria a estratégia certa?

Não existe uma resposta concreta para um modelo de sucesso que se aplique neste novo conceito de e-commerce no Facebook (ou social commerce). Assim como uma campanha de Ads, uma fan page que exiba bons conteúdos, é preciso oferecer algo de qualidade, chamativo e que atraia a atenção do usuário que navega pela rede social, seja com intenção de se relacionar, se divertir ou até mesmo se informar.

A intenção de compra existe sempre, basta uma marca saber oferecer seu produto, atraindo o consumidor. Pense em boas ofertas, separe uma linha de produtos apenas para o Facebook, crie uma relação “torne-se um fã para comprar”. São algumas estratégias a se pensar para seu futuro negócio.

E como eu entro nessa?

Já existem alguns aplicativos no Facebook para criar um e-commerce facilmente dentro da rede social. Um deles é o Payvment. Apontado como principal app para qualquer usuário entrar no mundo das compras, ele oferece uma interface simples para criar, configurar e manter um shopping online.

Uma das telas de montagem no Payvment

É possível separar por categorias, criar descrições, configurar preços e até colocar cupons de desconto. Tudo isso é feito de forma integrada com uma conta do PayPal, necessária para que inicie o uso do aplicativo.

O Payvment oferece algumas moedas para se trabalhar, mas nosso Real não está presente, tornando a ferramenta um pouco complicada para a maioria dos usuários por aqui. Ainda sim, percebe-se no site oficial que novas linguagens estão em teste (como o Português brasileiro). Quem sabe nossa moeda também apareça por lá?

De qualquer forma, é mais uma alternativa a se explorar dentro do Facebook. Uma boa dica pra você que deseja englobar tudo dentro dessa poderosa rede social.

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6 Comentários para “Social Commerce, a Venda de Produtos no Facebook”

  1. Domicio Neto

    Mais uma vez o Ique Muniz mandou muito bem no post sobre o Facebook.

    Com certeza as empresas estão sabendo explorar muito bem tudo o que o facebook tem para oferecer, mas com certeza, ainda vem mais coisa nova por ai.

    O interessante, é que esse atrativo de um ecommerce na page do facebook faz com que a tendência que um usuário volte aquela page que ele curtiu ou tornou-se fã, aumente, pois, como sabemos, dificilmente um usuário costuma voltar a page depois de curtir. Quem sabe esse não é primeiro passo para mudar essa realidade um tanto quanto fail?

    Abraços,
    Domicio Neto

    Responder
  2. Priscila Muniz

    As empresas/agências precisam entender que uma página no Facebook deve ser pensada para o usuário. A interação e conversão deve acontecer no próprio ambiente da página (rede social). Uma atitude equivoca e comum é mandar o usuário de volta para o site, como se tudo na página fosse direcionado para o site, anulando as possibilidades do próprio ambiente. Na minha opinião, o Social Commerce mostra como o Facebook pode ser completo. Vamos parar de pensar em levar o usuário para o site em busca de acessos, vamos começar a pensar em como podemos aproveitar e criar novas possibilidades nesses ambientes.

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  3. Lucas Frutig

    Interessante,essas app’s do facebook são desenvolvidas em qual linguagem? Ruby,Php? Gostei da idéia do Social Commerce. E tipo se não conhecem, acessem a página da Sarvaiva http://apps.facebook.com/curtodesconto/

    Muito massa eu achei e outra, isso deve agregar e mto para uma empresa que possui um e-commerce no facebook.

    Abs!

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  4. Renato

    Interessante a matéria! Vocês sabem que já existem aplicativos brasileiros pra montar lojas no face né? Qualquer pessoa com perfil no facebbok pode montar a sua loja. Um aplicativo que é novidade e que achei muito bom foi a MySocialShop, pra quem quer abrir uma loja no face, vale a pena conhecer.

    O site é http://www.mysocialshop.com.br

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